Dois homens, de 18 e 20 anos, foram presos e um adolescente de 17 anos foi apreendido nesta sexta-feira (16), suspeitos de envolvimento no furto a uma loja de perfumes no bairro Parque Residencial Laranjeiras, na Serra. Após o crime, ocorrido na madrugada de quinta-feira (15), o trio tentou despistar moradores e a polícia ao se esconder em uma casa alugada no mesmo bairro e mudar a aparência física.
A ação foi realizada pela Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio do 12º e do 13º Distrito Policial da Serra. De acordo com as investigações, os suspeitos alugaram o imóvel há cerca de dez dias e, logo após o furto, retornaram ao local, onde inicialmente negaram participação no crime.
Conforme explicou o delegado Josafá Silva, titular do 12º e do 13º Distrito Policial da Serra, “logo após, os três chegaram na casa, onde negaram terem participado da ação e foram capturados. Eles estavam completamente loiros em uma tentativa frustrada de despistar moradores e a polícia”.
No imóvel, os policiais encontraram mochilas com parte do material furtado, totalizando cerca de 34 frascos de perfumes, além de um simulacro. No varal da residência, também foram localizadas as roupas utilizadas no dia do crime, o que reforçou o envolvimento do grupo na ação criminosa.
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O furto ocorreu após os suspeitos destruírem a porta da loja Lohan Perfumes com um martelo de incêndio. Quase todo o estoque do estabelecimento foi levado, somando mais de 50 frascos de perfumes, além das câmeras de segurança.
Segundo o proprietário, Jhonathan Porto, a loja já havia sido alvo de criminosos outras duas vezes em um intervalo de dois meses, causando prejuízos financeiros e impactando diretamente o funcionamento do comércio.
A Polícia Civil apura a possibilidade de que os suspeitos tenham atuado em outros crimes na região. Sobre isso, o delegado reforçou a importância do registro do Boletim de Ocorrência. “Em casos assim, é muito importante que a vítima procure a delegacia mais próxima ou faça de maneira online o Boletim de Ocorrência junto com a Polícia Civil, para que o caso seja devidamente investigado”.