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domingo, 09 de agosto de 2020

Sete mortes e 16 mil doentes por dengue na Serra

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Uso de inseticidas por bombas costais está prejudicado, porque o Governo Bolsonaro deixou de enviar Malathion; mas combate segue com outros métodos. Foto: Everton Nunes

Com mais de 16 mil casos de dengue, a Serra já registrou sete mortes pela doença em 2019. Enquanto isso, o município segue combatendo o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e também do vírus da zika e chikungunya. No entanto, o Governo Bolsonaro suspendeu o fornecimento para os estados brasileiros de um inseticida que é essencial para o combate.

A Secretaria Municipal de Saúde (Sesa) confirmou que fez a solicitação de reposição do inseticida malathion – fornecido pelo Ministério da Saúde – mas o pedido foi ignorado e, desde abril, não houve abastecimento de estoque. Com isso, o município acaba sendo afetado, já que não pode utilizar os equipamentos que são específicos para esse produto.

Mas a Prefeitura da Serra garantiu que está realizando outras ações de combate ao Aedes. “Além dos mutirões, foram intensificadas as ações em locais de maiores notificações com carro fumacê, ações de educação, visitas domiciliares e a locais estratégicos (ferros-velhos, borracharias, floriculturas), monitoramento de armadilhas, entre outras”, disse o município em nota.

No total, este ano foram confirmados 16.070 casos de dengue, 119 de Zika e 69 de chikungunya. Foram registradas sete mortes por dengue. Já as outras doenças não tiveram óbito confirmado.

No mesmo período do ano passado, foram 740 casos de dengue, 86 de chikungunya e 72 de Zika. Em 2018, foi registrada uma morte por dengue.

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Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

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