O Parque Jardim Botânico da Serra, na Serra Sede, recebe a mostra nacional Maré de Mudanças – Década dos Oceanos, que chega ao Espírito Santo como um convite à reflexão sobre o meio ambiente por meio da arte e da educação. Com entrada gratuita, a exposição estará aberta ao público entre os dias 23 de abril e 23 de maio, reunindo experiências que conectam ciência, cultura e conscientização ambiental.
Aberta ao público, a exposição recebe visitas e imersões de segunda a sábado, entre 8h e 18h. A “Maré de Mudanças”, promovida pelo Instituto Aegea, com articulação local da concessionária Ambiental Serra, Parceria Público Privada da Cesan, com o objetivo de promover a educação ambiental nas cidades em que atua.
Realizada em um espaço ambiental da cidade, a mostra convida escolas, educadores e estudantes a participarem de uma experiência imersiva que integra arte, educação e sustentabilidade. Por meio de instalações sensoriais e interativas, os visitantes são estimulados a refletir sobre temas como consumo, pertencimento e o papel individual na construção de futuros mais responsáveis.
Para a diretora-presidente da Ambiental Serra, Bruna Buldrini, a iniciativa traduz, na prática, o papel do saneamento como base para a transformação social. “O saneamento está diretamente ligado à qualidade de vida e à preservação ambiental, mas também à formação de consciência desde cedo. Ao apoiar uma iniciativa como essa, reforçamos nosso compromisso de ir além da operação e contribuir para a educação de crianças e jovens, estimulando uma relação mais responsável com a água, com o local onde vivem e com o futuro. Esse é um trabalho que ganha escala quando conecta conhecimento, sensibilização e ação”, afirma.
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As visitas à exposição são mediadas e adaptadas para diferentes faixas etárias, promovendo diálogo, escuta e participação ativa ao longo do percurso. A proposta é ampliar a percepção dos estudantes sobre os impactos das ações humanas no planeta e incentivar práticas mais conscientes no cotidiano.
Alinhado à Década dos Oceanos, o projeto reforça a importância da educação ambiental como ferramenta de transformação social, promovendo o engajamento de jovens e comunidades em torno de pautas sustentáveis. A realização na Serra marca a chegada da iniciativa ao Espírito Santo, ampliando seu alcance e fortalecendo a articulação entre instituições públicas, privadas e a sociedade civil em torno da agenda socioambiental.
A Exposição
A exposição é formada por painéis interativos, videoartes, projeções fotográficas, efeitos sobre tecidos fluidos e intervenções artísticas, com o objetivo de encantar os visitantes e repetir o sucesso da mostra no município de Duque de Caxias (RJ).
“Estamos preparados para uma nova etapa aqui, no município da Serra, após entregarmos um verdadeiro legado de arte, educação e consciência ambiental em Duque de Caxias. Chegamos neste território com a missão de ampliar esse impacto e atravessar as fronteiras do território brasileiro. O ‘Maré de Mudanças’ têm esse efeito de conectar o grande público, independente da idade, à vastidão dos oceanos, compreendendo sua importância e levando um novo olhar à respeito da importância da Década dos Oceanos”, destaca Liu Berman, diretora da LB Circular e embaixadora do Movimento Reinventando Futuros
Todos os artistas do projeto original permanecem nesta nova etapa da mostra, que segue ampliando seu repertório visual e sensorial no Parque Jardim Botânico da Serra. A assinatura cenográfica de Rodrigo Machado, do estúdio Buriti, continua presente, assim como as obras vindas de Duque de Caxias, já instaladas no Parque. Entre elas, destaca-se a intervenção ‘Latente’, do artista visual paulista Subtu, com três metros de largura por seis de comprimento, que ocupa o espaço com força e delicadeza. Subtu também assina ‘Tralha Marinha’ (raia com tecido), e se junta a nomes já conhecidos do público, como o Coletivo Flutua, que retorna com ‘Entremear’, e Iskor, com a experiência imersiva ‘Mar de Fantasmas’.
Somando-se às experiências já anunciadas, outras videoartes também integram esta etapa carioca da exposição. Arthur Boniconte (Midiadub) apresenta ‘Oceano Artificial’; Gyulyia assina a contundente ‘Maré Morta’; Renata Larroyd traz ‘Linha Divisora’; e VIA retorna com ‘Trama das Coisas’, ‘Ato I’ e uma performance ao vivo na cerimônia de lançamento. Completando o conjunto, o artista Padre apresenta ‘A Cidade e a Água’, aprofundando o diálogo entre arte, cidade e meio ambiente.
Com curadoria de videoartes e projeções assinada por Luis Felipe Martins, direção artística de obras e instalações por Priscila Oliveira e direção geral de Liu Berman, o acervo aposta em formatos transmídia para dialogar diretamente com um público diverso, que inclui estudantes, docentes, famílias, instituições e corporações.
Fomentando a educação ambiental, o ambiente aborda temas como mudanças climáticas, biodiversidade, poluição e regeneração dos oceanos a partir do olhar sensível das intervenções artísticas, das cartilhas digitais de Educação Oceânica e Circularidade, e da projeção de textos e infográficos.
“Todas as obras que eu vou expor com o ‘Maré de Mudanças’ se deram por um conjunto de muitas experiências de vários anos, e de pequenas referências que vamos adquirindo, seja em uma viagem ou um lugar da natureza (…). No geral, esse conceito que permeia todas as obras, que é a ‘conexão entre todas as coisas’, é um conceito muito da ‘ecologia’ e tem tudo a ver com a ideia do Maré de Mudanças; de trazer essa conscientização ambiental e essa visão de uma forma artística, lúdica, que as pessoas se encantem com a mensagem”, comenta a artista multidisciplinar VIA.
Diante de um novo público, a instalação da mostra no Parque Jardim Botânico da Serra estabelece um diálogo direto com os moradores da região.
O Maré de Mudanças é uma realização da LB Circular, com patrocínio do Instituto Aegea – mediante a Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
SERVIÇO
Evento: Exposição nacional ‘Maré de Mudanças – Década dos Oceanos’
Evento de Abertura: 23 de abril, a partir das 10h
Data da exposição: 23 de abril e 23 de maio
Horário: de segunda a sábado, entre 8h e 18h.
Local: Parque Jardim Botânico da Serra
Endereço: R. Estudantes, s/n – Serra Sede– ES
Link para agendamento de grupos escolares: https://calendar.app.google/53kNDgpB64bU6z7b6
CONFIRA ABAIXO AS INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS:
Via
Obra: Ato I, 2025
Descrição: videoarte
Padre
Obra: A cidade e a água, 2025
Descrição: manipulação de vídeos (VJing).
Gyulyia
Obra: Maré morta, 2025
Descrição: animação 2D & 3D, arte generativa.
Arthur Boniconte (Midiadub)
Obra: Oceano artificial, 2025
Descrição: vídeo digital criado com inteligência artificial (IA).
Renata Larroyd
Obra: Linha divisora, 2025
Descrição: videoarte, imagens em preto e branco.
Subtu
Obra: Latente, 2025
Descrição: ferro e câmaras de pneus reaproveitadas, tecido TNT, sacolas plásticas.
Obra: Tralha Marinha, 2025
Descrição: ferro, lonas, tecidos e roupas reutilizadas.
Coletivo Flutua
Obra: Entremear, 2025
Descrição: sacolas plásticas soldadas com ferro quente, estrutura em madeira com sustentação em cabos de aço, peças metálicas.
Iskor
Obra: Mar de fantasmas, 2025
Descrição: metal, MDF, madeira, tinta acrílica, spray, rede de pesca, resíduos diversos (lata de spray, plástico, tecido).
Sobre a Aegea Saneamento
Fundada em 2010, a Aegea é a maior referência privada de saneamento do Brasil, atuando com excelência no ciclo integral da água, incluindo abastecimento, coleta e tratamento de esgoto, gestão de resíduos sólidos e projetos de reuso industrial. Presente em mais de 800 municípios, a companhia atende milhões de brasileiros em cidades de diferentes portes, sempre com foco em eficiência, inovação e impacto socioambiental.
Reconhecida pela sua expertise, a Aegea lidera rankings de desempenho, inovação e ESG, figurando entre as empresas mais bem avaliadas em indicadores de governança, responsabilidade social e qualidade dos serviços prestados. Seu Programa de Inovação desenvolve tecnologias aplicadas à sustentabilidade, digitalização e segurança operacional, reforçando o compromisso com a universalização do saneamento no país.
No Espírito Santo, a Aegea opera por meio das concessões Ambiental Serra, Ambiental Vila Velha e Ambiental Cariacica, beneficiando mais de um milhão de pessoas na Grande Vitória. As operações capixabas se destacam pelos investimentos em modernização, expansão do esgotamento sanitário, ações socioambientais e fortalecimento das parcerias público-privadas que contribuem para o desenvolvimento regional.
Mais do que prestar serviços essenciais, a Aegea atua como agente de transformação, promovendo saúde, dignidade e desenvolvimento sustentável onde está presente.
Sobre Instituto Aegea
O Instituto Aegea é o braço das iniciativas de impacto socioambiental da Aegea, referência em saneamento no Brasil e que atua com o propósito de movimentar vidas. Com responsabilidade corporativa, promove inclusão e equidade de gênero, dentro e fora da Companhia, estimulando o respeito e a valorização das diferenças.
