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Sedu decide suspender aluno que ameaçou realizar massacre em escola da Serra

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

Ameaça de massacre ocorreu em escola do bairro Feu Rosa, na Serra. Foto: Ana Paula Bonelli

A Secretaria de Estado da Educação (Sedu) decidiu suspender, temporariamente, o aluno da Escola Marinete de Souza Lira, em Feu Rosa, na Serra, que ameaçou realizar um massacre dentro da unidade escolar. O caso aconteceu na manhã da última terça-feira (10) e causou pânico entre alunos, funcionários e pais.

No início da tarde desta quinta-feira (12), a Sedu confirmou a suspensão do estudante em nota enviada à reportagem. De acordo com a secretaria, a direção da unidade de ensino cumpriu com o Regimento Comum das Escolas, acionou a família do aluno e dialogou sobre o ocorrido.

A Patrulha Escolar, que já cumpre com atividades nas escolas da Rede Estadual, também foi acionada e reforçou o diálogo. “Conforme prevê o Regimento, o aluno está suspenso temporariamente das aulas e foi para casa com os familiares”, diz o texto da nota. A Sedu, no entanto, não disse quando o aluno retornará ou se será transferido de unidade.

Conforme informado pelo Jornal Tempo Novo, o estudante ameaçou assassinar seus colegas de estudo em publicações feitas nas redes sociais. Após a ameaça, os demais alunos tentaram esvaziar a escola e muitos chamaram seus pais para que pudessem buscá-los.

Uma funcionária da unidade escolar conversou com a reportagem, que esteve no local na terça-feira, e afirmou que tudo não se passou de uma ameaça. Ela classificou o aluno causador da confusão como “um menino bom”.

Outro servidor também relatou sobre a situação ao Tempo Novo. De acordo com ele, o estudante estava na escola quando tudo aconteceu e, logo após os ânimos se acalmarem, seus pais foram acionados e conversaram com a diretoria e com policiais militares, que também haviam sido chamados.

Não houve nenhuma ação de fato, a não ser a própria ameaça publicada. Ou seja, felizmente, ninguém ficou ferido. Por volta das 10h20, as aulas estavam ocorrendo normalmente na unidade escolar, mas ainda havia a presença de pais que foram buscar seus filhos.

Na portaria, funcionários acalmavam os pais e tentavam convencê-los de que seus filhos estariam em segurança.+

Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br
Gabriel Almeida é jornalista do Tempo Novo há mais de sete anos. Atualmente, escreve para diversas editorias do jornal.

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