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Queima clandestina de pneus vira rotina e prejudica morador e natureza em Central Carapina

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Nesta terça-feira (25) mais uma vez os pneus foram incendiados, colocando em risco a saúde da população e o meio ambiente. Foto: Divulgação/Reprodução de vídeo

Nas últimas semanas moradores de Central Carapina e entorno tem sofrido com a fumaça preta gerada pela queima clandestina de pneus. O problema ocorre às margens de uma estrada não pavimentada que liga o bairro à Rodovia do Contorno. E além dos prejuízos respiratórios, gera danos ambientais.

A reclamação é de moradores ouvidos pela reportagem, que só toparam falar sob a condição do anonimato. Um desses moradores disse que homens tem rodado borracharias da região recolhendo os pneus e levando para o local, onde ateiam fogo nos objetos.

A fumaça vai longe e dependendo da direção dos ventos chega até as residências. Como a fumaça de pneus é tóxica, a situação prejudica a saúde respiratória de quem mora perto, conta essa morador. Nesta terça-feira (25), mais uma queima foi feita.

Outra pessoa que reside no bairro, e que pediu para não ter o nome divulgado, contou que o local usado para a queima dos pneus fica em cima do solo de turfa. A região passou por grave incêndio durante a superseca entre 2015 e 2016.

Naquela ocasião o rebaixamento do lençol freático dos alagados do Mestre Álvaro deixou exposta a matéria orgânica do solo que uma vez incendiada, é de díficil controle. Por isso a fumaça das turfas permaneceu por meses na ocasião levando a aumento de casos de doenças respiratórias nos bairros da região.

Afetou também outros bairros da Serra, como o entorno de Laranjeiras, e foi sentida até em Vitória. O temor é que a aproximação do período seco – o inverno historicamente é a estação menos chuvosa no ES – a queima dos pneus possa reativar o temido incêndio das turfas.

Esse morador alerta ainda que perto do local onde é ateado fogo aos pneus, passa gasoduto da Petrobrás, o que também é motivo de preocupação. Por fim, apesar da degradação gerada pelo esgoto no Canal dos Escravos e pela expansão urbana, a região ainda possui muita vida silvestre pois está no contexto dos alagados do Mestre Álvaro.

Meio Ambiente diz que há ‘cemitério’ de pneus no local

Em nota a fiscalização ambiental da Serra disse que esteve no local na última sexta-feira (21) e localizou um cemitério de pneus na região. Afirmou ainda que desde então, a fiscalização tem feito monitoramento constante para que o espaço não volte a ser ocupado para este fim.

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