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Queda de produção na Vale e ArcelorMittal derruba comércio exterior do Espírito Santo

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Pilhas de minério da Vale no Complexo de Tubarão, localizado entre Vitória e Serra. Foto: Divulgação/Vale

Afetado pela paralização da Samarco desde 2015, pelos desdobramentos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho no ano passado e agora pelos efeitos da pandemia da covid-19, o setor mínero siderúrgico pilotado por Vale e ArcelorMittal Tubarão foi um dos principais responsáveis pela queda no comércio exterior do ES no primeiro semestre de 2020.

É o que apontam os dados do Sindicato do Comércio de Exportação e Importação do Espírito Santo (Sindiex) divulgados nesta terça-feira (21). Nas exportações a queda foi de 27,9%. No primeiro semestre de 2019 foram exportados R$ 3,3 bilhões contra R$ 2,6 bilhões nos seis primeiros meses de 2020.

Segundo o Sindiex, o principal fator desse declínio foi a redução das vendas de minério de ferro, que atualmente ocorrem no porto do complexo industrial operado pela Vale em Tubarão.  Números do Sindicato apontam que no primeiro semestre de 2019 só o minério de ferro movimentou R$ 1 bilhão na exportação. Já este ano foi R$ 577,12 milhões.  O Sindiex ressalta que este é o principal produto da pauta exportadora do ES e este semestre teve o pior desempenho em cinco anos.

Já a importação teve alta de 9% no semestre, contabilizando R$ 3,1 bilhões. Mas como a exportação foi menor, a balança comercial teve saldo negativo nos seis primeiros meses do ano.

Outro dado do Sindiex informa também que apesar da alta acumulada no semestre junho foi um mês ruim nas importações. Houve queda de 43%em relação a maio. E a principal responsável foi a redução das compras de carvão mineral, produto que vem do mercado exterior e é usado na fabricação de aço pelo ArcelorMittal no Complexo de Tubarão.

Os destaques positivos nas importações foram produtos industrializados. Compras de aviões subiram 91%. Já equipamento para extração de petróleo offshore, como tubos, válvulas e torneiras de ferro e aço, teve crescimento exponencial: 3.657%.

Volta da Samarco e religamento de forno em Tubarão

Duas notícias da siderurgia podem melhorar o cenário do comércio exterior caso se confirmem. A primeira delas é a promessa de volta da planta de pelotização de minério de ferro da Samarco, empresa controlada pelas gigantes Vale e BHP Billiton.

A expectativa é que a planta e o porto da empresa localizadas em Anchieta, litoral sul do ES, voltem a operar até o fim do ano. Mas com capacidade reduzida a 25%.

Já a notícia sobre a ArcelorMittal Tubarão, maior empresa instalada na Serra, é de que a siderúrgica religará o Alto Forno 2 até domingo (26). O equipamento havia sido desligado na pandemia. Isso aumentará a capacidade produtiva da empresa, hoje reduzida a menos da metade do total de 7,5 milhões de toneladas de aço por ano que a planta de Tubarão pode produzir.

A empresa tem três alto fornos. O primeiro segue operando e o terceiro está desligado e ainda sem previsão de retorno.

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