Proteção ambiental é ferramenta para tornar cidade inteligente

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O entorno do Mestre Álvaro é de áreas alagadiças e de turfa e vai exigir drenagem eficiente para evitar enchentes e queimadas. Foto: Bruno Lyra

 

Cidade inteligente é aquela em que a automação de processos e geração de dados aliados a ferramentas eficientes de gestão, torna tudo mais eficiente, da mobilidade ao saneamento, passando por negócios e pelo lazer de quem vive nela. E isso só melhora se houver preservação ambiental.

É o que aponta o estudo da IESE Cidades em Movimento, feito pela Business School da Universidade de Navarra (Espanha). O estudo é responsável por classificar o índice de inteligência de 165 cidades de todo o mundo.

A versão de 2018 do índice coloca a preservação do meio ambiente como primordial para o ranqueamento das cidades. Dentre eles a poluição do ar, o volume de lixo gerado por pessoa, a presença de áreas verdes, a previsão de aumento da temperatura, dentre as dimensões avaliadas.

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No ranking mundial das mais inteligentes, lideram Nova Iorque, Londres e Paris entre as cidades mais bem avaliadas. No Brasil, as três melhores foram São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, ocupando respectivamente  no ranking da IESE, que além do meio ambiente, inclui economia, capital humano, aspectos sociais, governança corporativa, planejamento urbano, acesso a serviços internacionais, tecnologia e mobilidade e transporte. 

As informações são da assessoria de imprensa do Instituto das Cidades Inteligentes.

    

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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