Polo de Porto Canoa já tem cerca de 150 lojas

A Avenida Brasília virou ponto de concentração de lojas, supermercados e bancos em Porto Canoa, região do Civit I
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Os comerciantes Patrícia Fernandes, Raul Gomes e Juliana Libardi: polo atrai cerca de 70 mil pessoas por mês. Foto: Fábio Barcelos
Os comerciantes Patrícia Fernandes, Raul Gomes e Juliana Libardi: polo atrai cerca de 70 mil pessoas por mês. Foto: Fábio Barcelos
Os comerciantes Patrícia Fernandes, Raul Gomes e Juliana Libardi: polo atrai cerca de 70 mil pessoas por mês. Foto: Fábio Barcelos

Clarice Poltronieri

Nascido há 32 anos como bairro exclusivamente residencial, Porto Canoa vem se consolidando como importante polo comercial a céu aberto da Serra. A Avenida Brasília, principal do bairro, possui lojas de diversos setores, banco privado e público, correspondente bancário por onde circulam cerca de 2, 3 mil pessoas por dia. São aproximadamente 150 estabelecimentos comerciais.

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Raul Gomes da Fonseca Júnior, dono de loja e corretor de imóveis há mais de 20 anos, é também um dos responsáveis pela militância empresarial na região. Segundo ele, o público que frequenta o local vem de bairros vizinhos. “Aqui circulam cerca de 70 mil pessoas por mês. Porto Canoa virou referência comercial para os moradores daqui e dos bairros Maringá, Mata da Serra, Serra Dourada I, II, III, Planalto Serrano, Planície da Serra, Solar do Porto, Tubarão. O movimento maior acontece no sábado”, detalha.

Na Avenida Brasília, o metro quadrado de uma loja nos pontos mais valorizados vale entre R$32 e R$40, com aluguéis variando de R$1,5 a R$1,8 mil de lojas pequenas, com 40 m², e de R$6 mil para lojões de 150m². “Por conta da crise, os valores diminuíram, o que é uma ótima oportunidade para novos investidores. Há também a expansão da área comercial para a ala norte da avenida, onde os aluguéis estão ainda mais em conta”, revela.

Também comerciante há mais de 20 anos na região, João Antônio de Almeida, estima que circulem de R$3,5 a R$ 4 milhões por mês. “Isto porque a Serra tem renda per capita de R$787,83”, explica.

Visando o crescimento do local, mãe e filha decidiram abrir uma loja de roupas femininas há um ano e meio. “Trabalhávamos no comércio e minha mãe teve loja aqui no passado. Aproveitamos para montar nosso negócio próprio e tem sido lucrativo”, diz Juliana Libardi, sócia da Dona Filó.

 

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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