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segunda-feira, 01 de junho de 2020

Pesquisa em hospital mostra avanço no tratamento de infartados

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

A pesquisa foi realizada com pacientes que se submeteram a uma angioplastia na Unidade Coronariana do Hospital Metropolitano. Foto: Divulgação
A pesquisa foi realizada com pacientes que se submeteram a uma angioplastia na Unidade Coronariana do Hospital Metropolitano. Foto: Divulgação

Uma pesquisa realizada com pacientes que se submeteram a uma angioplastia na Unidade Coronariana do Hospital Metropolitano, na Serra, constatou que uma das medicações usadas no tratamento do infarto, o ticagrelor, é capaz de reduzir em até 24% o risco de  ocorrência de outro ataque, morte e acidente vascular cerebral (AVC). A pesquisa será apresentada em outubro, no principal congresso europeu dedicado a situações de urgência e emergência cardiovasculares.

De acordo com o médico Eduardo Alberto de Castro Roque, 430 pessoas que realizaram angioplastia na instituição foram avaliadas durante um ano para que a equipe aferisse a sua evolução. O objetivo, ressaltou, é ampliar a segurança dos pacientes. E, claro, saber a razão pela qual um tratamento funciona melhor do que o outro.

Em comparação com outra droga usada no mercado e que até então era a base do tratamento do infarto (clopidogrel), o ticagrelor reduziu em 24% o risco de eventos graves – infarto, morte e acidente vascular cerebral (AVC), disse o médico.

Segundo Eduardo, desde 1990, não existia uma substância capaz de reduzir risco ou complicações do infarto sem aumentar o sangramento. “O ticagrelor trouxe essa outra fronteira. É um avanço significativo no tratamento do infarto”, afirmou.

De acordo com o médico, ainda falta explicar por que o benefício existe. “O trabalho é inovador porque encontramos um indício de que essa pode ser a razão de a medicação ser tão benéfica, ao reduzir a inflamação das placas de colesterol”. O trabalho, segundo ele, é considerado um dos dez melhores do congresso, e concorrendo a prêmio.

 

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