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domingo, 31 de Maio de 2020

Pescadores se arriscam na água verde da Jacuném

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Pescadores entram na água e jogam tarrafa no rio que desce da Jacuném. Foto: Bruno Lyra
Pescadores entram na água e jogam tarrafa no rio que desce da Jacuném. Foto: Bruno Lyra

A lagoa Jacuném, que no passado foi até fonte de abastecimento para a Serra está tão poluída que suas águas estão verdes. Mesmo nesta condição, pescadores se arriscam no rio que desce da lagoa, no trecho que fica atrás do terminal no Contorno de Jacaraípe, próximo ao trevo de acesso à rodovia Audifax Barcelos.

A situação chamou a atenção da ativista Luciana Castorino, que faz parte do Movimento Ambiental da Serra. “Num momento de crise hídrica tão grave, é inconcebível ver o descaso do município com a lagoa. É preocupante ver pessoas pescando e usando aquele espaço para recreação sem termos o mínimo de informação sobre a qualidade da água”, reclama.

Além de políticas que ajudem a despoluir e recuperar o manancial, Luciana cobra da Prefeitura que faça monitoramento sistemático da qualidade da água, como prevê a legislação. A secretária de Meio Ambiente, Gracieli Pertali, diz que neste ano o monitoramento está sendo feito pelo Consórcio Serra Ambiental, responsável pelo esgoto da cidade.

Segundo Graciele, foi constatada a presença de coliformes fecais acima do limite. Ela explicou que a água verde é decorrente da proliferação de cianobactérias e algas clorífitas, por conta da alta concentração de matéria orgânica e baixo volume de água por causa da seca.

A secretária acrescentou que a expectativa é que a lagoa melhore nos próximos anos com a expansão da coleta e tratamento de esgoto e prometeu colocar placas para informar pescadores e banhistas do risco de contato e ingestão da água.

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