Na missão de vencer o coronavírus, 324 profissionais de saúde da Serra são contaminados

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Imagem feita na Base Aérea de Anápolis - Goiás, durante avaliação de brasileiros repatriados. Na Serra, casos subiram de 31 para 33 de ontem para hoje. Foto: Warley de Andrade/TV Brasil
Imagem feita na Base Aérea de Anápolis – Goiás, durante avaliação de brasileiros repatriados. Na Serra, casos subiram de 31 para 33 de ontem para hoje. Foto: Warley de Andrade/TV Brasil

Dos 1.005 casos confirmados da Covid-19 na Serra, 324 são de profissionais da saúde, que trabalham na linha de frente do combate à doença. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde. Ainda segundo as informações, em todo o Espírito Santo, são 1.503 profissionais contaminados.

O TEMPO NOVO apurou que, na grande parte, os registros são de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, mas também há notificações de outros profissionais. Assim como nos casos gerais de coronavírus no município, Colina de Laranjeiras é a comunidade com mais confirmações de profissionais da saúde doentes, 36 registros. Em segundo lugar vem Valparaíso, com 14 confirmações.

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Outra informação obtida pela reportagem é que, nos casos da categoria, 248 são de mulheres e 66 de homens. Até o momento, 130 profissionais já foram curados e o restante segue doente. Felizmente, até o momento, nenhum trabalhador da área da saúde perdeu a vida para o coronavírus na Serra, mas houve o registro de uma morte em terras capixabas. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o óbito foi de um morador de Minas Gerais que estava no ES.

Casos gerais na Serra e em outras cidades do ES

Em todo o Espírito Santo, são 5.087 casos confirmados de coronavírus. Desse total, 1.005 são de moradores da Serra. O município também já registrou 65 mortes e é o com mais óbitos no estado. Das confirmações, 335 pessoas já foram curadas.

Ainda segundo informações divulgadas pela Secretaria da Saúde, o Espírito Santo registrou 212 mortes e 1.845 curados. O Estado já registra casos de transmissão comunitária da doença, ou seja, quando não há como identificar a origem da contaminação.

Foto de Gabriel Almeida

Gabriel Almeida

Jornalista há 11 anos, Gabriel Almeida é editor-chefe do Portal Tempo Novo. Atua diretamente na produção e curadoria do conteúdo, além de assinar reportagens sobre os principais acontecimentos da cidade da Serra e temas de interesse público estadual.

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