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Médico da Serra defende vacina contra Covid-19 e diz que imunidade de rebanho é ‘barbárie’

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há seis anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Gustavo Peixoto é um dos maiores especialistas do país em cirurgia bariátrica. Foto: Divulgação

Nos últimos meses, a tão esperada vacinação contra o coronavírus virou um dos principais assuntos debatidos no meio popular e político do Brasil. Vide as polêmicas ideológicas geradas pelo presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), que já se mostrou contrário a imunização. Nesse meio turbulento, o médico da Serra, Gustavo Peixoto, saiu em defesa da ciência e disse que a vacinação é a “única saída” contra a pandemia que já matou quase 200 mil brasileiros, sendo 665 moradores da cidade.

Peixoto é médico cirurgião, professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e diretor Unimed Vitória. Ainda de acordo com ele, a ‘imunidade de rebanho’ – que também foi defendida por Bolsonaro – é uma “verdadeira barbárie”. Nas redes sociais, o doutor vem defendendo abertamente a vacinação contra o coronavírus. Em conversa com o TEMPO NOVO, reafirmou sua certeza de que as vacinas são seguras e que trarão benefícios para os brasileiros, principalmente no controle da pandemia.

De acordo com Gustavo Peixoto, é um alívio saber que temos vacinas eficazes já aprovadas em outros países. “A vacinação é a única saída racional e científica para essa tragédia humanitária chamada Covid-19. Fora da vacina, a imunidade de rebanho é verdadeira barbárie. É um alívio e muita satisfação saber que existe disponibilidade de vacinas eficazes pelo mundo a fora que podem acabar com a pandemia, em pouco tempo, inclusive. Essas vacinas possuem diversas tecnologias que são oriundas de esforços da ciência por muitos anos. Por sorte, esse vírus é vacinável”, disse o médico.


“Não faz sentido nenhum deixar as pessoas pegarem a doença e depois tentar tratar. É mais racional utilizar a vacinação”


Peixoto ainda salientou que embora não haja estudos sobre os efeitos a longo prazo da vacina contra o coronavírus, estudos iniciais mostram que a probabilidade de danos é baixíssima e os resultados positivos gigantescos.

“As vacinas, embora não temos os estudos definitivos de longo prazo, nós já temos os estudos iniciais mostrando que a probabilidade de danos é baixíssima. E também menor que os efeitos da pandemia. As vacinas mostraram que independente da tecnologia usada elas evitam casos graves e evitam mortes por Covid-19, além de evitar a transmissão do vírus”, afirmou.

O médico ainda defendeu a vacinação em massa. “Quando vacinamos em massa, não só temos o benefício individual, mas temos o benefício coletivo da não propagação da doença. É totalmente diferente de um tratamento. Esse fundamento de que é melhor esperar e se tratar precocemente está errado”, alertou.

Vacina também irá evitar mutações mais agressivas

Sobre as mutações do coronavírus, que já estão ocorrendo no planeta, o médico cirurgião disse que a vacinação também trará solução rápida para o problema.

“Outro fato muito importante é que quando você vacina massivamente, o vírus tem muito menos território para poder ficar propagando. Com menos propagação, você tem uma menor possibilidade de mutações mais agressivas da doença. Você interrompe não só o vírus original, mas diminui a possibilidade de mutações futuras.”

Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há seis anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

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