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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Ifes e empresa capixaba criam superbactéria para baratear petróleo

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Maria Nascimento
Maria Nascimento é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

 

A tecnologia deverá estar pronta para ser aplicada em dois anos. Foto: Divulgação / Petrobrás
A tecnologia deverá estar pronta para ser aplicada em dois anos. Foto: Divulgação / Petrobrás

A empresa capixaba Columbia Tecnologia, incubada da TecVitória e que possui filial na Serra, está desenvolvendo um projeto para obter uma superbactéria que será capaz de transformar o óleo pesado, encontrado na camada pré-sal e onshore, em óleo leve. O Governo Federal já disponibilizou R$ 500 mil para o desenvolvimento do trabalho.

Em dois anos o projeto, que tem parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), estará pronto para o mercado. O estudo é pioneiro no Brasil e possibilitará a retirada do petróleo viscoso com grande diminuição de custos, podendo ser fornecido também para grandes mercados.

Para o engenheiro responsável pelo projeto, Tiago Coutinho Vasconcelos, hoje uma das maiores dificuldades do mercado é de extrair o óleo pesado de forma eficiente e com baixo impacto ao meio ambiente. “O nosso desafio é tornar os microorganismos a solução ótima para óleo pesado. No mundo, há cerca de 5 trilhões de barris que podem ser recuperados por este método”, disse.

Vasconcelos explicou que a superbactéria irá agir de diversas formas, dentre elas alterando a permeabilidade da formação através da produção de ácidos, pela produção de biossurfactantes que reduzem a tensão superficial, ao produzir moléculas menores de hidrocarboneto e através da produção de gases, que aumentam a pressão da formação. Todos estes mecanismos facilitam a obtenção do óleo, e, consequentemente, tendem a reduzir os custos de produção.

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