
Um homem armado surtou e tentou tirar a própria vida dentro da área de um posto de combustíveis, na Serra. A ocorrência foi registrada em Maringá, durante a madrugada dessa segunda-feira (3). O suspeito não foi identificado, mas seria um inspetor penitenciário. Ele ainda ameaçou funcionários e clientes do estabelecimento.
De acordo com a Polícia Militar, uma guarnição recebeu a informação de que um indivíduo estaria envolvido em uma ocorrência tentativa de suicídio em um posto de gasolina, situado na Avenida Norte Sul, nas proximidades da entrada de Porto Canoa.
Quando a guarnição se aproximava do local citado, foi acionada por diversos populares da loja de conveniência do posto. Eles informaram aos policiais que um indivíduo, em posse de uma arma de fogo, estava ameaçando atentar contra sua própria vida.
Outras equipes foram acionadas para controlar a situação, porém, segundo relato dos policiais, o homem estava bastante alterado e ameaçando qualquer um que se aproximasse. Em vários momentos, ele colocou a arma contra a própria cabeça.
Devido ao fato, o Batalhão de Missões Especiais (BME) foi acionado e em determinado momento da tentativa de contato, o homem efetuou um disparo para o alto.
Posteriormente, ele colocou a arma no chão e foi em direção aos militares, sendo devidamente abordado e algemado. Foi constatado que o inspetor penitenciário tinha notórios sinais de embriaguez, segundo a Polícia Militar.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) enviou uma ambulância ao local e atendeu o suspeito. Após avaliação e constatação que o homem não estava mais em surto, ele foi enviado para a Delegacia Regional da Serra, em Parque Residencial Laranjeiras.
Homem foi detido, mas pagou fiança e foi solto em delegacia na Serra
O Jornal Tempo Novo entrou em contato com a Polícia Civil para saber quais ações foram tomadas junto ao suspeito. Por nota, foi informado que o suspeito foi autuado em flagrante por disparo de arma de fogo.
No entanto, o homem pagou fiança, arbitrada pela autoridade de plantão e foi liberado para responder ao processo em liberdade.