
A renovação da Licença de Operação (LO) da Vale para as operações na ponta de Tubarão foi motivo de polêmica na Assembleia Legislativa na última segunda-feira (19). É que os deputados Gilsinho Lopes (PR), Rafael Favatto (PATRI) e Sérgio Majeski (PSB) acusaram o Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), de renovar o documento sem que a Vale cumprisse condicionantes estabelecidas há 11 anos.
No cerne da questão, o pó preto. Segundo os deputados, caso a Vale tivesse cumprido as obrigações, haveria menos poluição no ar da Grande Vitória. Os parlamentares também criticaram o Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado entre o Estado, a Mineradora e os Ministérios Públicos Estadual e Federal.
Em nota, a mineradora diz que “mais pleno atendimento das exigências impostas pelas autorizações e licenças pertinentes, bem como seu compromisso e exata observância das diretrizes, valores e princípios socioambientais consagrados na legislação brasileira”.
Já o Iema não retornou o questionamento feito pela reportagem.