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domingo, 31 de Maio de 2020

Deputado consegue decisão contra uso indevido de dinheiro da preservação

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Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

A solicitação da medida cautelar foi feita em maio pelo deputado Sérgio Majeski (PSB). Foto: Divulgação / Ales

Na última terça-feira (2), o Tribunal de Contas do Estado concedeu medida cautelar para impedir que o Governo do Estado retire R$ 47,4 milhões de fundos ambientais para usos que não sejam o da preservação.

A solicitação da medida cautelar foi feita em maio pelo deputado Sérgio Majeski (PSB) e proferida pelo conselheiro Rodrigo Coelho. Com isso, o Governo não reverteu os recursos para o Tesouro Estadual, o que poderia destiná-los a outros fins não ligados às demandas do meio ambiente.

Assim, os R$ 47,4 milhões do Fundo Estadual de Recursos Hídricos do Espírito Santo (Fundágua) e do Fundo de Defesa e Desenvolvimento do Meio Ambiente (Fundema) deverão permanecer nas respectivas contas e somente serão aplicados aos fins a que se destinam.

Por meio de sua assessoria de imprensa, Majeski justificou o pedido da medida. Segundo ele, o Governo estadual baixou um decreto em fevereiro que favorecia o remanejamento do recurso, o que o parlamentar considera ilegal. Justifica que só a União tem competência para legislar normas gerais de caráter financeiro.

Como a decisão é cautelar, ainda haverá julgamento do mérito, que também deve analisar outros dois pedidos de Majeski não contemplados pela cautelar: a devolução de R$ 76,7 milhões pelo tesouro estadual aos fundos específico de onde foram remanejados entre 2016 e 2019 – dentre eles, R$ 57 milhões do Fundágua –, além da proibição da destinação de superávit de autarquias para o tesouro.       

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