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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Com parafusos no joelho, serrana de 61 anos encara São Silvestre

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Neide Gujansque Tosta é moradora de Serra Dourada. Foto: Divulgação

A mais tradicional corrida de rua do Brasil acontece nesta virada de ano. Trata-se da São Silvestre, em São Paulo, que será realizada na terça-feira (31), e a Serra vai marcar presença na competição com uma atleta com história de superação.

A moradora de Serra Dourada, Neide Gujansque Tosta, de 61 anos, irá retornar à São Silvestre, depois de ter corrido no torneio em 1986. “Corri pela última vez em 86; porém, como escolhi ser árbitra de futebol, não pude seguir a carreira de corredora. Encerrei a arbitragem em 2005, quando fiz 45 anos, idade máxima permitida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Logo depois, sofri um acidente e fiquei 15 anos sem fazer atividade física. Voltei a praticar esporte neste ano”, conta.

Em 2019, Neide voltou a jogar vôlei adaptado e está treinando pesado para a São Silvestre. Nesse meio tempo, ela já correu a Hangar, Corrida Noturna, OAB, Santa Lúcia, Dez Milhas Garoto, Tribuna e Faesa.

Para terminar o ano, ela irá disputar a São Silvestre e começará 2020, correndo na Corrida de rua Reis Magos, em Nova Almeida, em janeiro. “Sempre estou me movimentando. Mesmo tendo lesão forte nos joelhos com parafusos, estou firme e forte. Estou emocionada após tanto tempo parada poder correr a São Silvestre. São 35 mil corredores, imagino que estarei no meio dessa multidão. Será sensacional”, frisa.

Neide viaja para São Paulo neste sábado (28) e retorna no dia 2 de janeiro para o Espírito Santo. A corredora tem como treinador Cláudio Gujansque e como auxiliar, Rosângela. A corrida São Silvestre, atualmente, tem uma extensão de 15 km e acontece nas ruas da cidade de São Paulo.

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