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domingo, 31 de Maio de 2020

Audiência vai discutir impactos da lama no litoral da Serra

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Bruno Lyrahttps://www.portaltemponovo.com.br
Repórter do Tempo Novo há mais de 10 anos, Bruno Lyra escreve para diversas editorias do portal, principalmente Economia e Meio Ambiente, das quais é o responsável.

A praia de Regência em Linhares, point mundial de surf, está impraticável. Foto: Divulgação / Internauta
A praia de Regência em Linhares, famoso point de surf, está impraticável por causa da lama. Foto: Divulgação / Internauta

Está prevista para a próxima quinta (02) na Câmara de Vereadores da Serra a Audiência Pública para discutir os impactos ambientais e econômicos da lama de rejeitos da extração de minério da Samarco (Vale + BHP Billiton) no litoral da Serra.

Quem propõe a audiência é o vereador Tio Paulinho (PV). Segundo a assessoria do vereador, o evento será na sala de sessões Flodoaldo Borges Miguel às 16h. E foram convidados representantes da Samarco e das suas acionistas Vale e BHP Billiton, da Prefeitura da Serra, do Governo do ES, Ibama e dos municípios capixabas às margens do rio Doce.

A lama segue descendo do rio Doce e se expandindo pelo litoral capixaba, onde chegou no último dia 21 de novembro. E ainda não há previsão de quando deve parar de chegar, já que os rejeitos seguem descendo das barragens localizadas em Mariana – MG. A Samarco apresentou, semana passada, um plano de contenção ao Ibama que será executado na própria área da barragem. Mas não deu prazo de quando conseguirá concluí-lo.

Enquanto isso a lama continua se espalhando no mar. No boletim da Samarco publicado ontem (30), a sujeira já havia se espalhado por 73 km2 no oceano Atlântico e estava vindo em direção à Grande Vitória por conta da virada do vento para direção nordeste no último final de semana.

O rompimento da barragem de Fundão em Mariana, que também gerou o extravasamento de outra barragem, a de Santarém, ambas em Mariana – MG, lançou 62 milhões de metros cúbicos de rejeito da extração de minério de ferro na bacia do rio Doce. Isso provocou mortandade massiva de peixes e outros animais, suspendeu o abastecimento de água em cidades, matou 13 pessoas e deixou 11 desaparecidos.

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