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domingo, 05 de julho de 2020

Terceiro turno

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Há um mês vereadores da Serra não votam nada. Isso porque, no dia 19 de outubro a Mesa Diretora colocou em pauta o relatório sobre as contas do ex-prefeito Sérgio Vidigal (PDT), referentes ao ano de 2010. De lá para cá, isso tem trancado a pauta, pois a disputa interna no plenário tem levado ao esvaziamento das sessões e a matéria não é votada. A situação vem impedindo o debate sobre novas propostas, como o orçamento municipal de 2017, por exemplo.

Terceiro turno II
A disputa que tem caráter político marca mais um episódio da polarização entre Vidigal e Audifax. Mesmo com os discursos públicos de conciliação, o cabo de guerra entre audifistas e vidigalistas segue esticado. Se as contas de Vidigal forem rejeitadas pela Câmara, o ex-prefeito e atual deputado federal pode ter problemas na eleição de 2018, pois correrá o risco de se tornar ficha-suja. Por outro lado, o próprio Tribunal de Contas do ES já recomendou a aprovação das contas do ex-prefeito. Para se ver livre da dor de cabeça, Vidigal precisa do aval de 16 dos atuais 23 vereadores.

Será que decola?
Falando em Vidigal, na última quarta-feira (16), o deputado federal e seus colegas da bancada capixaba se reuniram com o presidente Michel Temer (PMDB). Um dos pedidos dos capixabas foi a implantação do Aeroporto Internacional de Cargas na região de Nova Almeida, Serra. Segundo a assessoria de Vidigal o presidente demonstrou interesse na obra.

O conselho do guru
Na última sexta-feira (11), em encontro realizado com os prefeitos eleitos e reeleitos, o governador Paulo Hartung (PMDB) sugeriu aos atuais e futuros gestores municipais que eles cancelem as promessas de campanha “desconectadas com a realidade socioeconômica” e que os prefeitos “peçam desculpas para a população”.

Canudo eleitoral
Está marcada para o próximo dia 13 de dezembro, a diplomação do prefeito eleito, Audifax Barcelos (Rede), da vice-prefeita, Márcia Lamas (PSB), 23 vereadores eleitos e de 13 primeiros suplentes de cada coligação. A posse dos eleitos será no dia 1º de janeiro de 2017. Diferente das anteriores, que aconteciam no Fórum da Serra, este ano a diplomação será na Câmara de Vereadores, às 16 horas. “Escolhemos a Câmara em razão da estrutura, que tem melhores condições, além de ser o local onde eles vão trabalhar”, disse o juiz eleitoral Carlos Alexandre Gutmann.

Oposição na área
Além do grupo dos 11 vereadores pró-Audifax que vêm se reunindo para articular uma chapa na corrida pela Mesa diretora da Câmara, outro grupo de parlamentares vêm buscando o mesmo objetivo. Trata-se de vereadores reeleitos ou de novatos que caminharam com Sérgio Vidigal (PDT) na eleição de outubro. São eles os veteranos Basílio da Saúde (Pros), Neidia Maura (PSD), Nacib Haddad (PDT) e Aécio Leite (PT); além dos estreantes Geraldinho PC (PDT), Adilson de Novo Porto Canoa (PSL), Raposão (PSDB), Wellington Alemão (DEM), Pastor Ailton (PSC), Fábio Duarte (PDT), Quelcia (PSC) e Cleusa Paixão (PMN).

Asas de Audifax
Eles têm se reunido duas vezes por semana para discutir a proposta de uma Mesa independente do Executivo. “Não temos um nome presidenciável e sim 12. Assim, qualquer um dos 12 pode ser nosso presidente”, disse Basílio da Saúde, descartando qualquer composição com o grupo aliado a Audifax. Porém, o entendimento de interlocutores do prefeito é de que o redista vai conseguir puxar 4 ou 5 vereadores de oposição para suas asas, ganhando a maioria legislativa.

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