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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Terceirizados da Vale voltam a protestar em Carapina

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Bruno Lyrahttps://www.portaltemponovo.com.br
Repórter do Tempo Novo há mais de 10 anos, Bruno Lyra escreve para diversas editorias do portal, principalmente Economia e Meio Ambiente, das quais é o responsável.

Funcionários estão concentrados na frente da entrada da Vale em Carapina, ao lado do Terminal do Transcol e da Av. Norte Sul. Foto: Divulgação/Utilidade Capixaba

Na manhã desta terça feira (01) acontece na Serra mais um protesto de funcionários de empresa terceirizada da Vale. O ato está sendo realizado por colaboradores da Manserv, em frente a entrada do Complexo Industrial de Tubarão, na entrada da mineradora, próximo ao Terminal de Carapina.

Segundo internautas que estão na região, o protesto está gerando reflexos no trânsito da rodovia Norte – Sul, na Avenida dos Metalúrgicos e até na BR 101. Sob a condição do anonimato, um terceirizado da Vale disse que os motivos da manifestação são os baixos salários e condições precárias de trabalho.

“As empreiteiras estão pegando contratos baratos com a Vale e com isso elas estão entrando com pouco dinheiro. E esse pouco dinheiro ela está passando para o trabalhador como? Com pouca condição de trabalho, sem ferramenta, sem segurança, ameaçando trabalhador para entregar o serviço no prazo, pois a Vale cobra. Ali dentro está isso aí”, disse esse funcionário.

A Vale não se manifestou sobre o ato. A assessoria de imprensa da mineradora sugeriu a reportagem procurar a Manserv. Mas, até às 10h da manhã desta terça-feira (01), ninguém atendeu os telefonemas no número da empriteira disponível na internet.

Protestos recorrentes

Ao longo de 2019 outros protestos atos de funcionários terceirizados do Complexo de Tubarão aconteceram na portaria da Vale em Carapina. O setor da mineração siderurgia vem atravessando conjuntura negativa no eixo Minas  Gerais – Espírito Santo, após o rompimento das barragens de rejeitos de Mariana (novembro de 2015) e Brumadinho (janeiro de 2019), que refletiu na redução do fluxo, exportação e beneficiamento de minério de ferro nas plantas industriais e portos do ES.

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