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Sociólogo da Serra exalta filme de Marighella no papel histórico contra a ditadura

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Redação Jornal Tempo Novo com informações de assessoriahttps://www.portaltemponovo.com.br
O Tempo Novo é da Serra. Fundado em 1983 é um dos veículos de comunicação mais antigos em operação no ES. Independente, gratuito, com acesso ilimitado e ultra regionalizado na maior cidade do Estado.

O autor do texto é José Carlos Pigatti, psicólogo e sociólogo. Foto: Divulgação

Marighella é um filme que mostra parte da nossa história política brasileira, se propõe por meio de uma linguagem visual, com enquadramentos fechados no rosto dos atores, captando as reações dos artistas nas cenas históricas, vividas por eles, mostrando a resistência proposta pela ALN – Aliança Libertadora Nacional, grupo político de esquerda, que defendia a luta armada contra a ditadura militar.

O filme apresenta ao público um brasileiro, político, escritor, comunista, marxista-leninista, um revolucionário, Carlos Marighella, que se propôs a enfrentar com todos os meios possíveis, até com a própria vida a luta contra a opressão.

Carlos Marighella desde 1930 lutava contra as figuras de nossa história que ameaçaram e ou violaram as liberdades de nosso povo. Por sua luta foi nomeado pela direita brasileira de “terrorista”, “subversivo”, “extremista” e “inimigo número um do regime militar”. Foi preso diversas vezes por sua luta.

Carlos Marighella atuou como deputado federal e ativista político para impedir o golpe contra o presidente eleito João Goulart. Após o golpe consolidado passou a defender a luta armada contra a opressão militar no Brasil.

O filme, baseado na biografia, Marighella – O Guerrilheiro que incendiou o Mundo, escrito pelo jornalista Mário Magalhães.

Após o golpe militar de 1964, Marighella, passa a defender a luta armada contra a opressão militar que tomou o poder no país. Respeitado internacionalmente, como um intelectual e um patriota e como cidadão, um filho, um marido, um pai, como a maioria dos brasileiros.

O guerrilheiro Carlos Marighella recebeu anistia póstuma em 2012 em gesto oficial que também reconheceu seu assassinato pela ditadura militar. Marighella faz parte daqueles homens e mulheres que por convicção, lutaram até o sacrifício de suas vidas, pelo sonho de um Brasil livre.

O filme trata do sacrifício, da entrega e da convicção de homens e mulheres que se dispuseram a lutar e morrer pelo sonho de um país livre da ditadura militar. É um resgate histórico dos atos de resistência contra a violência de um governo militar que desgastava física e emocionalmente de forma brutal, todos aqueles que de forma pacífica ou não, lutaram contra o golpe.

Um filme para ser visto, refletido e debatido pelas questões que levanta, o papel das lideranças e a importância da participação do povo na vida política de seu país.

O autor do texto é José Carlos Pigatti, psicólogo e sociólogo. 

Redação Jornal Tempo Novo com informações de assessoriahttps://www.portaltemponovo.com.br
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