# Sindicato e vereadores repudiam agressão sofrida por professor

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- Published: 2025-02-13T18:01:51-03:00
- Author: Mari Nascimento

![Serra Professor Pai Aluno Escola](https://www.portaltemponovo.com.br/wp-content/
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Crédito: Divulgação

A agressão sofrida por um professor, dentro de uma escola em Central Carapina, reverberou
na Câmara da Serra, durante a sessão desta quarta-feira (12). Alguns vereadores 
fizeram uso da palavra para lamentar e ocorrido e cobraram punição ao agressor, 
que se encontra foragido.

Durante a sessão, diversos vereadores repudiaram a atitude e cobraram a punição 
do agressor, cujo paradeiro é desconhecido até o momento. Já o professor encontra-
se hospitalizado, com um quadro de traumatismo craniano, após inúmeros golpes na
cabeça, que impactaram na visão e olfato do servidor, que estava em atividade escolar
no momento da agressão.

Na manhã desta quinta-feira (13), o vereador Professor Renato Ribeiro (PDT) protocolou
o Requerimento de Moção de Repúdio 024/2025, na Câmara da Serra. O documento destaca
a agressão sofrida pelo professor, de 43 anos, por um pai de aluno da Escola Municipal
de Ensino Fundamental Antônio Vieira de Resende, localizada no bairro Central Carapina.

![](https://www.portaltemponovo.com.br/wp-content/uploads/2025/02/renato-ribeiro-
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O vereador Professor Renato Ribeiro. Foto: Divulgação

No documento, o vereador justifica a necessidade de repudiar o ato. “O lamentável
ato acende um sinal de alerta em relação aos profissionais de educação, que temem
a ocorrência de atos de violência, que possam afetar sua segurança e integridade
física. Cabe ao Estado, aos agentes públicos e à sociedade civil reconhecerem e 
repudiarem tais ameaças e inibir tais ações”, afirmou o parlamentar.

O texto de iniciativa do pedetista deverá ser lido na sessão ordinária da próxima
segunda-feira (17).

**Sindiupes:**

Diretor de Comunicação do Sindicato dos Profissionais em Educação do Espírito Santo(
Sindiupes), Paulo Loureiro informou que outros profissionais da unidade escolar 
defendem que o aluno seja transferido. A entidade prometeu acionar o Ministério 
Público.

“Estamos acompanhando a movimentação da escola de perto, estivemos com a diretora,
participamos de reunião com a comunidade escolar. Participamos e orientamos a manifestação,
todos de preto, e com cartazes contra violência. Orientamos fazer o Boletim de Ocorrência
e vamos encaminhar queixa-crime ao Ministério Público”, revelou Loureiro.
