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quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Troca de servidores entre os dois poderes é alvo de críticas

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

PLENÁRIO. O tema gerou polêmica em sessão na última semana
PLENÁRIO. O tema gerou polêmica em sessão na última semana

A denúncia do vereador oposicionista Nacib Haddad (PDT) de que servidores da prefeitura estariam trabalhando nos gabinetes dos parlamentares do município trouxe à tona uma prática comum, mas que não é vista com bons olhos pela população.

É que cada um dos 23 vereadores já têm à disposição de seus gabinetes 15 assessores. Mesmos assim inflam seus quadros com funcionários do Executivo.  A prática pode estar onerando ainda mais os cofres da Câmara. Enquanto isso, o presidente da Casa, Guto Lorenzoni (PP), pede suplementação ao Executivo, explicando que as contas podem não fechar em 2014.

Para o fisioterapeuta André Bastos, a prática representa um descaso com o dinheiro público. A professora Deborah França concorda e acrescenta que não há muitas funções para esses cargos comissionados. “Se existem servidores do executivo à disposição, que os vereadores não contratem comissionados”, propõe.

Embora os números não sejam divulgados oficialmente, especula-se que existam pelo menos 15 servidores da Prefeitura lotados na Casa. Quem paga é a Câmara, que por sua vez, é mantida com dinheiro da prefeitura.

A reportagem entrou em contato com a assessoria da Câmara para se pronunciar sobre o assunto, mas até o fechamento desta edição não recebeu retorno. O vereador Guto Lorenzoni não atendeu às ligações. A assessoria da prefeitura foi procurada, mas não se pronunciou sobre o caso.

 

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