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Sem apresentar provas e nomes, Audifax culpa ‘movimento político’ por greve dos coletores

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Redação Jornal Tempo Novohttp://WWW.portaltemponovo.com.br
O Tempo Novo é da Serra. Fundado em 1983 é um dos veículos de comunicação mais antigos em operação no ES. Independente, gratuito, com acesso ilimitado e ultra regionalizado na maior cidade do Estado.

Audifax culpou ‘movimento político’ por conta da greve, mas não citou nomes e nem apresentou provas. Foto: Divulgação

Após uma piora drástica nos impactos causados pela greve dos coletores de lixo em diversas cidades capixabas, o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), foi até a sede da Corpus Engenharia – empresa que presta o serviço para o município serrano – e conversou com os trabalhadores que reivindicam aumento salarial. Depois da conversa, o chefe do Executivo se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto. Ele afirmou que a reivindicação dos funcionários vem ocorrendo por conta de um ‘movimento político’, mas não citou nomes e nem apresentou provas para comprovar suas acusações.

No vídeo publicado em suas redes sociais, Audifax insinuou que a greve, que conforme já informado pelo TEMPO NOVO, ocorre em aproximadamente 28 cidades capixabas, incluindo a Serra, vem sendo organizada por adversários numa tentativa de prejudicar a candidatura de sua aposta para sucessão, Fábio Duarte (Rede). No entanto, o próprio prefeito afirma entender que a paralisação não é somente na Serra, mas em toda Grande Vitória e outros municípios.

“Esta greve não está prejudicando a mim ou prejudicando o meu candidato que eu apoio pra prefeito. Fico até triste porque eu percebo que existe sim um movimento político por trás disso. É muita coincidência. É subestimar minha inteligência e a sua inteligência. No primeiro turno tentaram fazer isso, exatamente isso, interessante que foi na semana da eleição e estão tentando fazer exatamente na semana da eleição”, afirmou Audifax.

O chefe do Executivo municipal ainda disse que conversou com os trabalhadores e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Espírito Santo (Sindirodoviários) – que vem organizando a paralisação.

“Para falar que eu não vim aqui, vim como prefeito, como líder da cidade, apesar de perceber que esta greve extrapola a cidade da Serra, mas como seu líder, vim aqui pedir a compreensão dos trabalhadores. Você presenciou, vim aqui conversar também com o sindicato pedindo a eles a compreensão para que a cidade volte aquilo que é, com normalidade e que podemos estar socorrendo a nossa população”, relatou.

Greve

A greve dos funcionários que trabalham nos caminhões de coleta de lixo em diversas cidades capixabas, incluindo a Serra foi iniciada no dia 12 de novembro. Até a finalização deste texto, na tarde desta quinta-feira (26), nenhum carro de coleta de lixo saiu da garagem da Corpus, na Serra. Dessa forma, as ruas da cidade estão ficando tomadas de lixo e muita sujeira.

A reportagem apurou que o Sindicato Estadual das Empresas de Limpeza Urbana do Espírito Santo (Selures) ofereceu uma proposta de 2.46% de reajuste – o que não foi aceito pelos funcionários da limpeza.

Com isso, o Sindirodoviários decidiu manter, no dia 13 de novembro, 30% da frota dos veículos para atendimento essencial aos moradores. Além dos caminhões de lixo, a Corpus possui outros veículos na frota: coleta de entulho, fiscalização, caminhões caçambas, entre outros maquinários.

Entretanto, as empresas entraram com uma medida judicial junto ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES), “visando à manutenção do serviço de coleta, de caráter essencial à sociedade”. O TRT determinou a manutenção de 70% das atividades em toda base de abrangência do Sindirodoviários, sob pena de multa de R$ 50 mil reais por dia em caso de descumprimento.

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