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terça-feira, 02 de junho de 2020

Reunir família e amigos para fazer a torta capixaba é tradição

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Álvaro Duarte, de Praia Grande, reúne cerca de 60 pessoas de várias cidades para trocar e celebrar a Sexta-feira Santa. Foto: Reprodução Facebook

Quem é capixaba ou vive aqui há um tempo sabe que a Semana Santa vem com uma tradição diferenciada dos demais estados: a torta capixaba. A iguaria culinária é um prato típico do Espírito Santo, normalmente consumido na Sexta-Feira da Paixão, cuja base leva bacalhau e palmito, mas que na região litorânea recebe mariscos e frutos do mar.

E tanto a produção quanto o consumo se tornam um ritual de confraternização entre familiares e amigos. Para alguns, a união começa na produção da delícia. Mas há também quem se reúna para trocar pedaços de torta e conhecer o tempero do amigo.

Na casa de Rita de Cássia Reis, em Castelândia, a reunião começa na quinta-feira. “Juntamos a família para preparar a torta na Quinta-Feira Santa, e na Sexta-Feira da Paixão nos reunimos de novo para comer”, aponta.

Moradora de José de Anchieta, Carolyna Taylor conta que a tradição se repete toda Sexta-Feira da Paixão. “Aqui em casa fazemos a torta capixaba todos os anos. É uma forma de unir a família e confraternizar! Não só a família, mas também amigos e vizinhos, pois costumamos trocar pedaços”, conta.

E tem uma turma que se reúne em Praia Grande, Fundão, e recebe amigos da Serra, Vitória e de outros municípios para degustar e até mesmo eleger a melhor produção.

Quem conta como começou é Álvaro Duarte.“Éramos cinco amigos reunidos numa Sexta-Feira Santa e cada um levou sua torta capixaba. Como cada torta é diferente, por conta da receita de cada um, decidimos eleger a melhor. A partir daí, passamos a fazer o Festival da Torta Capixaba, que terá a 15ª Edição este ano. Nos últimos, estávamos com cerca de 60 pessoas e também há outros pratos diferentes, pois tem gente natural de outros estados que não se arrisca a fazer a torta”, detalha.

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