# Crença em Deus pesa (muito) no voto, mas religião do candidato importa pouco, mostra pesquisa

- Link: https://www.portaltemponovo.com.br/religiao-voto-presidente-pesquisa-genial-quaest/
- Published: 2026-08-24T09:55:30-03:00
- Author: Mari Nascimento

Acreditar em Deus é, para a maioria dos brasileiros, um critério relevante na hora
de escolher o próximo presidente. É o que mostra a 28ª rodada da pesquisa Genial/
Quaest, divulgada em agosto de 2026, que ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre
31 de julho e 3 de agosto.

Segundo [o levantamento](https://quaest.com.br/), 86% dos entrevistados consideram
importante que o candidato ou a candidata acredite em Deus. Apenas 13% discordam,
e 1% não soube ou não quis responder.

O peso da fé, porém, não se traduz em fechamento religioso. Quando a pergunta muda
para seguir orientações de líderes religiosos, o apoio cai para 56%. E quando o 
tema é pertencer à mesma religião do eleitor, a importância desaba para 26%, com
72% dizendo que isso não faz diferença.

## **Diferenças regionais e por idade**

A crença em Deus como critério de voto varia pouco entre as regiões do país, mas
ainda assim mostra um padrão. No Nordeste, 91% consideram o tema importante, enquanto
no Sudeste esse índice cai para 82%, a menor marca entre as regiões.

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A idade também influencia a resposta. Entre os jovens de 16 a 34 anos, 77% valorizam
a fé do candidato. Já entre os que têm 60 anos ou mais, o índice sobe para 93%. 
A escolaridade segue lógica parecida: quanto maior o nível de ensino, menor a importância
dada à crença religiosa. Entre quem tem ensino fundamental, 92% acham o tema relevante.
Entre os que concluíram o ensino superior, a taxa cai para 77%.

## **Espectro político também pesa**

O posicionamento político escancara a divisão. Entre eleitores que se declaram bolsonaristas,
95% dizem que a fé do candidato importa. Já entre a esquerda não lulista, esse índice
é o menor de todos os grupos, 77%.

Chama atenção que católicos e evangélicos praticamente empatam na resposta: 91% 
e 92%, respectivamente, dizem que acreditar em Deus é importante para o voto presidencial.
A diferença entre as duas maiores religiões do país aparece nos outros critérios,
ainda que de forma discreta.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06591/2026, tem margem de erro 
de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.Acreditar em Deus é, para a 
maioria dos brasileiros, um critério relevante na hora de escolher o próximo presidente.
É o que mostra a 28ª rodada da pesquisa Genial/Quaest, divulgada em agosto de 2026,
que ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre 31 de julho e 3 de agosto.

Segundo o levantamento, 86% dos entrevistados consideram importante que o candidato
ou a candidata acredite em Deus. Apenas 13% discordam, e 1% não soube ou não quis
responder.

O peso da fé, porém, não se traduz em fechamento religioso. Quando a pergunta muda
para seguir orientações de líderes religiosos, o apoio cai para 56%. E quando o 
tema é pertencer à mesma religião do eleitor, a importância desaba para 26%, com
72% dizendo que isso não faz diferença.

## **Diferenças regionais e por idade**

A crença em Deus como critério de voto varia pouco entre as regiões do país, mas
ainda assim mostra um padrão. No Nordeste, 91% consideram o tema importante, enquanto
no Sudeste esse índice cai para 82%, a menor marca entre as regiões.

A idade também influencia a resposta. Entre os jovens de 16 a 34 anos, 77% valorizam
a fé do candidato. Já entre os que têm 60 anos ou mais, o índice sobe para 93%. 
A escolaridade segue lógica parecida: quanto maior o nível de ensino, menor a importância
dada à crença religiosa. Entre quem tem ensino fundamental, 92% acham o tema relevante.
Entre os que concluíram o ensino superior, a taxa cai para 77%.

## **Espectro político também pesa**

O posicionamento político escancara a divisão. Entre eleitores que se declaram bolsonaristas,
95% dizem que a fé do candidato importa. Já entre a esquerda não lulista, esse índice
é o menor de todos os grupos, 77%.

Chama atenção que católicos e evangélicos praticamente empatam na resposta: 91% 
e 92%, respectivamente, dizem que acreditar em Deus é importante para o voto presidencial.
A diferença entre as duas maiores religiões do país aparece nos outros critérios,
ainda que de forma discreta.

A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-06591/2026, tem margem de erro 
de 2 pontos percentuais e 95% de nível de confiança.
