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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Policiais e Bombeiros fazem protesto, mas negam greve

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Policiais militares, civis e bombeiros estão em clima de tensão com o Governo do Estado. Foto: Divulgação

O clima de tensão entre o Governo do Estado e os policiais militares, civis e bombeiros continua. Tanto que na tarde de quinta-feira (13) a categoria realizou uma manifestação no Centro de Vitória e deixou o trânsito complicado na capital capixaba. A principal reivindicação é o reajuste salarial. O Estado ofereceu um aumento parcelado de 30% até 2022, mas os militares e civis recusaram.

A proposta do Governo é oferecer aos servidores da segurança pública um reajuste de 30%, mas o aumento será dado de forma gradativa até 2022. Neste ano, em julho, já seria aumentado 4% na folha salarial. A proposta não agradou as categorias, cujos integrantes foram às ruas protestar. Eles afirmam que os policiais e bombeiros do Espírito Santo possuem o pior piso salarial do Brasil.

Por conta disso, muitos rumores de greve tomaram conta das redes sociais, mas até o momento os boatos não passam de mensagens falsas, segundo a Frente Unificada de Valorização Salarial dos Policiais Militares, dos Policiais Civis e dos Bombeiros Militares. A Frente não citou, em nenhum momento, a possibilidade de greve e diz que está em diálogo com o Estado.

A manifestação de quinta-feira ocorreu em Vitória, no Centro, e deixou o trânsito complicado. O grupo se reuniu no início da tarde, seguiu para a Praça Costa Pereira e fez um ato em frente ao Palácio Anchieta.

Três anos do terror

A situação deixa em alerta não só o Governo como toda a população, por conta da memória da greve da PM ocorrida há três anos, em fevereiro de 2017. Foi a pior crise de segurança pública da história do Espírito Santo e, além do clima de terror nas ruas, 219 pessoas foram assassinadas durante os 22 dias de duração do movimento. Houve, ainda, centenas de arrombamentos e saques a estabelecimentos comerciais. A Federação do Comércio estima em R$ 300 milhões os prejuízos.

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