# Para se vacinar, hipertenso pode apresentar prescrição médica como comprovação da comorbidade

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- Published: 2021-05-11T09:11:12-03:00
- Author: Gabriel Almeida

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Hipertensão")

No caso da hipertensão, serão aceitas aquelas com a descrição “hipertensão arterial”,
independentemente da confirmação de lesão em órgão-alvo. Foto: Divulgação

Hipertensos podem apresentar prescrições médicas como comprovação da comorbidade.
Conforme foi publicada, na última sexta-feira (07), a [**Nota Técnica Covid-19 nº 12/2021 da Secretaria da Saúde (Sesa)**](https://saude.es.gov.br/Media/sesa/coronavirus/Notas%20T%C3%A9cnicas/NOTA%20TECNICA%20N%C2%B0012.2021.%20Recomendacoes%20Vacinacao%20Comorbidades.pdf),
que trata sobre as comorbidades da Campanha de Vacinação contra a Covid-19, incluindo
detalhamento dos documentos que podem ser apresentados como meio de comprovação 
para casos de hipertensão arterial e obesidade mórbida.

A recomendação da Sesa é que sejam aceitos laudos, prescrições médicas, cadastro
preexistentes na unidade básica ou declarações do enfermeiro dos serviços de saúde
onde o usuário faz tratamento com a descrição da comorbidade ou condição existente,
no caso da obesidade mórbida também será aceito laudo emitido por nutricionista.

No caso da hipertensão, serão aceitas aquelas com a descrição “hipertensão arterial”,
independentemente da confirmação de lesão em órgão-alvo.

As ações de vacinação deverão seguir as estratégias definidas em pactuação entre
o Estado e os municípios, na Comissão Intergestores Bipartite, por meio da Resolução
CIB nº 048/2021, na qual define as fases a serem seguidas, de acordo com o quantitativo
de doses disponibilizadas e a relação do documento comprobatório que deverá ser 
apresentado no ato da vacinação.

O público com comorbidade será vacinado com o imunizante da Pfizer/BioNTech. Foram
entregues no ES, na noite desta segunda (10), 23.400 doses da vacina.

Devido às especificidades de armazenamento, as doses ficarão acondicionadas em duas
câmaras refrigeradas, com temperatura a -20ºC na Rede de Frio, de onde a Secretaria
Municipal de Saúde (Semus) fará a retirada para os pontos estratégicos de vacinação
ao longo da semana. As doses serão destinadas ao público de comorbidades, gestantes
e puérperas e pessoas com deficiência permanente com BPC.

Com a incorporação no Sistema Único de Saúde das doses da Pfizer/BioNTech, o Ministério
da Saúde determinou que sua distribuição seja feita às capitais brasileiras, como
forma de se evitar desperdício devido às suas particularidades de armazenamento 
e preparo.

Assim, a cidade de Vitória recebe a vacina da Pfizer para compor sua proporcionalidade
de doses e, caso seja necessário, a Capital receberá também complementação das doses
da Coronavac (Sinovac/Butantan) e da Covishield (Oxford/Fiocruz), para chegar ao
número de doses que o município faz jus a cada remessa semanal enviada pelo Programa
Nacional de Imunização.

Assim como os imunizantes Coronavac e Covishield, o esquema completo da vacina Pfizer
é de duas doses, entretanto com intervalo de 84 dias, entre as aplicações, segundo
a orientação técnica do órgão federal.

 
