“O candidato é o prefeito Audifax Barcelos, não existe plano B”

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Conceição Nascimento

A coordenadora de marketing da campanha à reeleição do prefeito Audifax Barcelos (Rede), Flávia Mignoni, fala sobre as expectativas da equipe para o início dos trabalhos, cuja agenda foi adiada, em função do estado de saúde do candidato.

[TN] Como fica a campanha eleitoral de Audifax?
[Flávia Mignoni] É preciso aguardar até que o prefeito possa se reunir com a equipe para definir as primeiras atividades. Já havia uma definição sobre a linha que seguiríamos na campanha, mas tudo ficou temporariamente suspenso. Definimos, em reunião, que neste primeiro momento, os candidatos a vereador vão levar a mensagem da candidatura majoritária com o material casado.

O grupo cogitou substituições na chapa?
O candidato é o prefeito Audifax barcelos, não existe plano B. Audifax é muito determinado e organizado. Não seria ético colocar esta campanha na rua sem ele.

Caso melhore, acredita que o prefeito vai conseguir participar de atividades de rua?
A Serra sabe da fatalidade. Acredito que não será neste primeiro momento uma campanha com a intensidade que teria se não tivesse acontecido isso. O processo de recuperação pós-alta não impedirá o seu contato com as pessoas, ficará menos nas ruas, mas fará contatos também via mídias sociais. O importante é sair do estado atual e conseguirmos colocá-lo nas ruas, respeitando as orientações médicas.

De que forma essa ausência de Audifax nas ruas pode fragilizar a campanha?
Toda campanha tem o tempo certo para cada ação, o planejamento será refeito juntamente com ele. Vamos usar todos os canais disponíveis para levar sua mensagem ao eleitor. Claro que o contato direto com a população é importante, mas além da compreensão do momento, quando se tem uma boa resposta à gestão, isso facilita.

Com este cenário novo, a senhora acredita em mudanças nos discursos eleitorais?
Não acredito em mudanças. O que vai contar nesta campanha é a melhor proposta e avaliação de gestão. Não vai mudar o resultado para um ou outro. A Serra conhece esta polarização, não é de agora, por um estar no hospital e outro na rua. São duas lideranças que a Serra conhece bem e o que vai valer é o confronto de ideias e de propostas. O eleitorado está mais atento ao que é verdade ou mentira. Vai avaliar histórias de vida e propostas.

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