26.5 C
Serra
sábado, 18 de janeiro de 2020

Mineradoras ganham novo prazo para desativar barragens mais perigosas

Leia também

Novo surto de dengue | Confira a ‘Charge do TN’ desta semana

Um aviso emitido pelo Ministério da Saúde deixou diversos municípios capixabas em alerta, inclusive a Serra. Isso porque 11...

Poesia e música no Centro Cultural, em São Diogo, neste sábado

Neste sábado (18), às 18 horas, acontece a primeira edição do Sarau do Beco do Centro Cultural Eliziário Rangel,...

Prazer, sou doutor – Confira ‘O Nó da Gravata’ desta sexta

A coluna 'O Nó da Gravata' é escrita pela repórter de política, Maria Nascimento. Os textos são publicados...
Vilson Vieira Jrhttps://www.portaltemponovo.com.br%20
Morador da Serra, Vilson Vieira Junior é repórter do Tempo Novo. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Esporte.

Rompimento da barragem da Samarco trouxe a lama de Minas Gerais até o ES. (Foto: Divulgação)

A Agência Nacional de Mineração (ANM), por meio da resolução 13/2019, prorrogou o prazo para o fechamento de barragens à montante, usadas para mineradoras para armazenar rejeitos. Agora, as empresas terão até 2027 para interromper o descarte nessas estruturas. Antes, o prazo ia até 2023.

A decisão foi publicada na última segunda-feira (12), no Diário Oficial da União. Porém, a ANM mantém a proibição da construção de novas barragens desse tipo, consideradas mais baratas e também mais perigosas. A barragem rompida em novembro de 2015 da Samarco (Vale + BHP) em Mariana (MG) e a de Brumadinho, da Vale, que estourou em janeiro último, são à montante.

A primeira gerou graves consequências ambientais, sociais e econômicas não só em Minas Gerais, mas também no ES, com a contaminação da bacia do rio Doce e do mar. E ainda fez parar a usina de pelotização e porto da Samarco, em Anchieta, gerando desemprego e queda de receita do Estado e de municípios, problemas que seguem prejudicando os capixabas até hoje. Por fim, matou 19 pessoas soterradas.

Já a de Brumadinho matou pelo menos 243 pessoas e deixou 27 desaparecidos. Contaminou a bacia do rio São Francisco, afetou o abastecimento no entorno de Belo Horizonte e teve desdobramentos econômicos que chegaram ao ES, com a redução da produção de minério e aço em Tubarão por conta da revisão do protocolo de segurança em outras barragens, cujas lavras abastecem a siderurgia no estado.    

Por outro lado, a decisão amplia o número de barragens que precisam ser monitoradas em tempo real e integral. Segundo a ANM, existem 61 barragens a montante no país, sendo que 41 delas estão em Minas Gerais.  E boa parte delas está na bacia do Rio Doce.

Comentários

Mais notícias

Poesia e música no Centro Cultural, em São Diogo, neste sábado

Neste sábado (18), às 18 horas, acontece a primeira edição do Sarau do Beco do Centro Cultural Eliziário Rangel, em São Diogo. O evento...

Prazer, sou doutor – Confira ‘O Nó da Gravata’ desta sexta

A coluna 'O Nó da Gravata' é escrita pela repórter de política, Maria Nascimento. Os textos são publicados todas as sextas-feiras na edição...

Acabou o tempo de Audifax | Leia o editorial do Tempo Novo

Por Yuri Scardini  Está marcado para logo após o Carnaval (final de fevereiro) a revelação do prefeito Audifax Barcelos (Rede) sobre o escolhido para defender...

Apocalipse das águas | Leia o editorial do Tempo Novo

Por Bruno Lyra Estudo do pesquisador Ângelo Fraga Bernardino, do Departamento de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), confirmou a contaminação crônica por...

Você também pode ler

CONTEÚDO PATROCINADO

Comentários
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!