18.8 C
Serra
quinta-feira, 28 de Maio de 2020

Impactos de pedreiras na Serra serão investigados

Leia também

Fábio Duarte, escolhido por Audifax para ser o seu sucessor, fala um pouco da sua história

Administrar uma Prefeitura como a da Serra, o município mais populoso do Estado, não é para qualquer um. Suceder...

Destruição da Mata Atlântica reduz no ES, mas cresce em outros estados

Em tempos onde Brasília age abertamente para reduzir a proteção ambiental no país, uma boa notícia para os capixabas....

Polícia Rodoviária apreende 1.440 caixas de cervejas sem nota fiscal na Serra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de caminhão com 1.440 caixas de cervejas sem nota fiscal na...
Yuri Scardinihttps://www.portaltemponovo.com.br
Morador da Serra, Yuri Scardini é o editor de política do Tempo Novo. Além de sua área, o jornalista, escreve para outras editorias do portal.

Caminhões da pedreira Sobrita na Serra
Caminhões da pedreira Sobrita na Serra

O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) vai investigar se as rachaduras nas casas dos moradores de Pitanga foram provocadas pelas explosões das pedreiras que atuam no bairro. A informação é da assessoria de imprensa do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), cujos técnicos visitaram uma das pedreiras – a Tervap, na última quinta(14).

Participaram da vistoria, que segundo o Iema teve o detalhamento de uma “auditoria”, representantes da comunidade. O diretor do órgão, Tarcísio Foeger, participou da vistoria, que incluiu visita a casa dos moradores, que acusam as explosões da pedreira de provocar as rachaduras.

A assessoria do Iema confirmou que foram constadas as rachaduras. Os técnicos do órgão teriam então solicitado a Tervap que fizesse novas medições da intensidade de suas explosões. A assessoria acrescentou que pedirá também uma avaliação das casas junto ao Crea. Mas não adiantou quando poderá sair o resultado.

Após 40 anos de exploração de pedras no bairro e constantes reclamações quanto ao barulho produzido e problemas respiratórios oriundos da atividade, os moradores promoveram uma manifestação na BR 101, que ficou interditada durante sete horas. A ação foi em repúdio à aprovação, por parte do Conselho da Cidade, do pedido de anuência da pedreira Tervap para explorar a lavra por mais quatro anos.

Os representantes da Tervap não deram retorno às tentativas de contato pela reportagem.

 

Comentários

Mais notícias

Destruição da Mata Atlântica reduz no ES, mas cresce em outros estados

Em tempos onde Brasília age abertamente para reduzir a proteção ambiental no país, uma boa notícia para os capixabas. Houve redução de 31% na...

Polícia Rodoviária apreende 1.440 caixas de cervejas sem nota fiscal na Serra

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma carga de caminhão com 1.440 caixas de cervejas sem nota fiscal na madrugada desta quarta-feira (27), no...

VOCÊ TAMBÉM PODE LER

CONTEÚDO PATROCINADO

Comentários
close-link
close-link
CLIQUE AQUI e receba as principais noticias sobre o coronavírus na Serra e no ES pelo seu WhatsApp
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!