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Impactos de pedreiras na Serra serão investigados

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Caminhões da pedreira Sobrita na Serra
Caminhões da pedreira Sobrita na Serra

O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea) vai investigar se as rachaduras nas casas dos moradores de Pitanga foram provocadas pelas explosões das pedreiras que atuam no bairro. A informação é da assessoria de imprensa do Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), cujos técnicos visitaram uma das pedreiras – a Tervap, na última quinta(14).

Participaram da vistoria, que segundo o Iema teve o detalhamento de uma “auditoria”, representantes da comunidade. O diretor do órgão, Tarcísio Foeger, participou da vistoria, que incluiu visita a casa dos moradores, que acusam as explosões da pedreira de provocar as rachaduras.

A assessoria do Iema confirmou que foram constadas as rachaduras. Os técnicos do órgão teriam então solicitado a Tervap que fizesse novas medições da intensidade de suas explosões. A assessoria acrescentou que pedirá também uma avaliação das casas junto ao Crea. Mas não adiantou quando poderá sair o resultado.

Após 40 anos de exploração de pedras no bairro e constantes reclamações quanto ao barulho produzido e problemas respiratórios oriundos da atividade, os moradores promoveram uma manifestação na BR 101, que ficou interditada durante sete horas. A ação foi em repúdio à aprovação, por parte do Conselho da Cidade, do pedido de anuência da pedreira Tervap para explorar a lavra por mais quatro anos.

Os representantes da Tervap não deram retorno às tentativas de contato pela reportagem.

 

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