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quinta-feira, 13 maio - 2021
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Fundo que pagou R$ 286 milhões por mega galpões na Serra desiste de comprar o TIMS

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Parte da área do TIMS localizado às margens do Contorno de Vitória e próximo a Carapina. Foto: Bruno Lyra 11 – 03 – 21

A Vince Logística, fundo de investimento gerido pela Vince Partinier que por sua vez é ligada à XP Investimentos, anunciou na noite de ontem (28) que desistiu de comprar o TIMS (Terminal Industrial Multimodal da Serra), localizado na região da Rodovia do Contorno (BR 101). A decisão ocorreu dois dias depois que a Vince comunicou a compra, por R$ 286, 9 milhões, dos dois mega galpões da Porto Canoa Log que ocupam 93 mil m2 na região do Civit I.

Através de texto divulgado em seu site, a Vince disse que a desistência da compra do TIMS ocorreu após fim da vigência de acordo de exclusividade para a aquisição. Veja a íntegra da justificativa.

“A Gestão do Fundo decidiu não dar continuidade à aquisição do Condomínio TIMS
(“Ativo”) em Serra, Espírito Santo, após o fim da vigência do acordo de exclusividade.
O Ativo constava como potencial ativo-alvo para destinação dos recursos captados na 6ª
emissão de cotas do Fundo encerrada em 1º de março de 2021, conforme Prospecto Definitivo da Oferta.Considerando as aquisições recentemente anunciadas pelo Fundo, o encerramento da negociação pela compra do Ativo não impactará a expectativa da Gestão do Fundo para o término da alocação dos recursos captados na 6ª emissão de Cotas do Fundo”

O TIMS é uma concessão municipal. E segundo fontes ligadas ao mercado imobiliário, desde o início de sua implantação, em 1992, na gestão do ex-prefeito João Batista Mota, não repassou à Prefeitura pagamento pela concessão. A dívida estimada com o município seria em torno de R$ 20 milhões.

Além da questão da concessão, há outra fundiária. Antiga proprietária do terreno de 2,4 milhões de m2 onde está instalado o Terminal, a família Nunes entrou na Justiça questionando o valor da desapropriação. Então a Prefeitura acabou desembolsando R$ 30 milhões pela desapropriação. Mas a família Nunes segue argumentando que o TIMS ocupou 500 mil m2 a mais do que havia sido combinado na desapropriação e segue cobrando da Prefeitura pagamento por esta porção do terreno.

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