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Exportação de rochas cresce, mas valor cai

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A Serra tem cerca de 200 empresas beneficiadoras e exportadoras de rochas, sendo o principal município produtor do país. Foto: Divulgação Bandes
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Ayanne Karoline

Apesar de apresentar saldo positivo de 11,15% em toneladas exportadas de janeiro a novembro de 2016, em relação ao mesmo período do ano passado, o preço das rochas ornamentais capixabas caiu no mercado mundial. O resultado foi queda de 6,86% nas exportações, passando de US$ 908,6 milhões em 2015 para US$ 846,3 milhões.

Com a maior participação no setor entre os municípios capixabas, a Serra seguiu a tendência e apresentou baixa. De janeiro a dezembro do ano passado foram mais US$ 266,6 milhões comercializados em chapas, enquanto este ano o valor foi de US$ 232,9.

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Atualmente a cidade conta com mais de 200 empresas no setor de rochas ornamentais que geram cerca de 2,6 mil empregos. Os dados são do Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Espírito Santo (Sindirochas).

Para a superintendente do Centrorochas, Olivia Tirello, avalia como positivo o ano, mesmo com a queda nos valores e projeta um 2017 bom para o setor.

Pelos dados apurados pelo Centrorochas, os Estados Unidos, principal comprador de chapas de granito do Brasil, registrou desaceleração de 10,36% nas importações, caindo de US$ 739,5 milhões de janeiro a novembro de 2015 para US$ 650,5 milhões no mesmo período deste ano. Ainda assim, o país lidera as compras.

Foto de Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli é repórter e chefe de redação do Jornal Tempo Novo, com 25 anos de atuação na equipe. Ao longo de sua trajetória, já contribuiu com diversas editorias do portal e hoje se destaca também à frente da coluna Divirta-se.

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