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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Estado libera R$ 35 milhões em bônus para professores

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

O Bônus Desempenho foi criado em 2010. Foto: Divulgação
O Bônus Desempenho foi criado em 2010. Foto: Divulgação

Professores do estado receberão bônus desempenho no dia 29 de julho junto ao pagamento do mês. É o que anunciou o Governo na tarde desta terça (07). O investimento será de R$ 35 milhões e 20.880 profissionais em todo estado.

O Bônus Desempenho foi criado em 2010 e paga anualmente um valor em dinheiro aos profissionais que atuam na educação, conforme os indicadores coletivos e individuais do professor.

As informações são da assessoria do governo do Estado, que explicou que o objetivo é estimular e valorizar os profissionais que atuam na educação. Poderá ser pago o equivalente a um salário do profissional, proporcional à avaliação do desempenho do mesmo.

Os professores, apesar de contentes com o extra, criticam o projeto. “Tem professor trabalhando doente para não perder o bônus. Já houve quem trabalhasse com conjuntivite e até com pulso imobilizado, só para não pegar atestado. Fora que meus abonos e os dias que fiquei como voluntário do TRE serão descontados”, desabafa Arisvan Oliveira.

Fabíola Demonel acha que não mede a qualidade do trabalho. “Você tem que ser um robô onde não tenha problemas de saúde, familiar e emocional”, explica.

Segundo o diretor do Sindicato dos Professores e Trabalhadores da Educação (Sindiupes) Gean Carlos Nunes, o abono não é o que a categoria quer. “Queremos ganho real no salário, bônus acumulativo e vitalício”, afirma.

Professores que estiveram afastados no período de avaliação por licença médica ou maternidade não receberão o bônus, pois é preciso ter estado presente em dois terços do período de avaliação para ter direito ao benefício.

Avaliação

Para determinar os valores que serão pagos, são levados em conta critérios como o desempenho dos alunos no Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes), o nível socioeconômico da família onde está situada a escola e o nível de ensino de seus estudantes. Outros pontos avaliados serão a frequência do professor.

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