27 C
Serra
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Contorno do Mestre Álvaro vai gerar desmate de 30 hectares

Leia também

Cheiro Moreno aposta na mistura de ritmos para ganhar público capixaba

Formada há 21 anos em Nova Viçosa, na Bahia, e atualmente sediada no Espírito Santo, a banda Cheiro Moreno...

Serranos se unem para ajudar atingidos pelas chuvas, veja como colaborar

Muitos municípios capixabas foram castigados pelas fortes chuvas que atingiram o Espírito Santo nos últimos dias. E pensando em...

Serra é a segunda cidade onde mais choveu em seis horas

Sem dar longas tréguas, a chuva continua castigando os capixabas. Na noite da última quarta-feira (22) e madrugada desta...

 

A região onde passará o novo trecho da BR 101 é rica em florestas e vegetação de terrenos alagadiços. Foto: Arquivo TN/Bruno Lyra
A região onde passará o novo trecho da BR 101 é rica em florestas e vegetação de terrenos alagadiços. Foto: Arquivo TN/Bruno Lyra

Por Renato Ribeiro

Fundamental para a mobilidade não só da Serra, mas do Estado e até do país, o Contorno do Mestre Álvaro terá seu preço ambiental. Para implantação da via, serão atingidos o equivalente a 31 campos de futebol de vegetação nativa da região.

A informação está no EIA / RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental entregue pelo DER / ES – Departamento de Estradas de Rodagem ao Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).

Dos 30,42 hectares (ha) de vegetação que serão retirados, sendo 24,6 (ha) são em áreas alagadas. Segundo o EIA / RIMA na região há 168 espécies de animais e quatro sítios arqueológicos. Além disso, durante a fase de execução da obra, há possibilidade de contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas por eventuais derrames de óleos e graxas das máquinas.

Com 18,26 Km de extensão, a rodovia fará conexão entre o Contorno de Vitória, na altura dos polos Jacuhy e Piracema, com o trecho após o posto da PRF em Belvedere.  A obra será executada pelo Governo do ES, que até já contratou o consórcio formado pelas empresas Contractor, Pelicano, Sulcatarinense e Enecon para iniciá-la. A expectativa é que comece ainda em 2015.

Em entrevista ao Jornal Tempo Novo em 2014, o então diretor-presidente do IEMA na época, Elias Morgan, informou que haverá compensação da área suprimida através da reposição florestal de no mínimo o dobro da vegetação anteriormente existente, porém não informou onde será realizada essa compensação.

O IEMA também afirmou que os responsáveis pela obra deverão fazer pontes para a passagem dos cursos d´água, já que a região é sujeita à inundação, pois o uso de manilhas pode complicar a drenagem.

Comentários

Mais notícias

Serranos se unem para ajudar atingidos pelas chuvas, veja como colaborar

Muitos municípios capixabas foram castigados pelas fortes chuvas que atingiram o Espírito Santo nos últimos dias. E pensando em ajudar as famílias afetadas, algumas...

Serra é a segunda cidade onde mais choveu em seis horas

Sem dar longas tréguas, a chuva continua castigando os capixabas. Na noite da última quarta-feira (22) e madrugada desta quinta-feira (23), a Serra foi...

Emprego: 73 vagas de trabalho abertas na Serra

A quinta-feira (23) está recheada de oportunidades de trabalho. No Sine da Serra, estão abertas 73 vagas de emprego para diversos cargos. As chances...

Uma tonelada de ração para animais vítimas das chuvas no interior

Uma tonelada de ração será enviada para os animais dos municípios do interior do estado que foram atingidos pelas fortes chuvas dos últimos dias....

Você também pode ler

CONTEÚDO PATROCINADO

Comentários
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!
Precisa falar com o Tempo Novo? Envie sua mensagem