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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Comércio em Nova Almeida com 200 lojas já no aguardo do verão

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Ana Paula Bonellihttps://www.portaltemponovo.com.br
Moradora da Serra, Ana Paula Bonelli é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Os comerciantes Domingos, Vitor e Fabrício comemoram o fortalecimento do varejo na região e esperam aumento do movimento no verão.
Foto: Fábio Barcelos

Clarice Poltronieri

Uma das regiões mais antigas da Serra e até do Brasil, cujo comércio é impulsionado pelo crescimento dos bairros do entorno e pelo turismo é a Grande Nova Almeida. Com cerca de 200 lojas, o foco está na área que inclui a ES010, a avenida Capitão Bley, a Dr. Milton Davi e a Belo Horizonte. Segundo comerciantes, as lojas triplicaram nos últimos 10 anos.

Supermercados, banco, casa lotérica, salões de beleza, lojas de roupas, calçados, academias, restaurantes, pousadas, peixarias, lojas de móveis, eletrodomésticos, materiais de construção, casa de ração, casa de plantas e produtos para pesca e navegação são alguns dos comércios encontrados.

À frente da criação da Associação de Micro e Pequenos Empreendedores e líder comunitário do Serramar, Aparecido José de Oliveira, diz que há cerca 200 lojas e 450 Micros Empreendedores Individuais (MEI) na região que também fomentam o comércio ao longo do ano.

“Quando a alta temporada é boa, o morador que trabalha no verão consome no comércio local o resto do ano. Quando o verão é fraco, como este ano devido à paralisação da Polícia Militar, o comércio perde força”, explica.

O proprietário da Sorveteria Domingos, Domingos Vescovi, há 30 anos no bairro, começou com três funcionários e hoje possui 15. “Hoje são 15 e contrato mais uns quatro na alta temporada, pois o movimento dobra e passa até de mil pessoas por dia. A construção da Audifax Barcelos e da rodovia entre Fundão e Praia Grande também trouxe mais turistas do interior e nos últimos 10 anos o comércio da região triplicou”, analisa.

O supervisor do supermercado Noroeste, também há uns 30 anos no bairro, Fabrício Ferreira, é um dos que confirmam que o comércio triplicou.

“Começamos como uma empresa familiar e hoje temos uns 60 funcionários. No verão dobra o movimento, e contratamos de cinco a 10 funcionários. O movimento também é forte no início do mês, com cerca de 200 a 300 pessoas por dia e há uns 10 anos o comércio local triplicou”, pontua.

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