24.6 C
Serra
domingo, 09 de agosto de 2020

Centro de coleta seletiva não tem sucesso em bairro

Leia também

Está procurando emprego? Sine da Serra abre 79 vagas de trabalho nesta segunda

Quem está procurando uma oportunidade de trabalho deve ficar atento. A semana vai começar com 79 vagas abertas no...

“Não é uma gripezinha, é uma pandemia”, diz Contarato sobre 100 mil mortes por Covid-19

O senador capixaba Fabiano Contarato (Rede) se manifestou sobre as 100 mil mortes causadas pelo coronavírus desde o início...

Brasil ultrapassa 100 mil mortes causadas pela Covid-19

O Brasil atingiu neste sábado (8) o número de 100 mil 477 mortes por Covid-19, desde o início da...
Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

 

Os moradores Cláudio, Luciana e Paulinho mostram lixão em frente a estrutura da Prefeitura para coleta seletiva de entulho e outros resíduos. Foto: Bruno Lyra

Bruno Lyra

O que era para ser referência na coleta, separação e destinação correta de entulho e outros resíduos que tanto sujam terrenos baldios e áreas verdes da Serra, não está tendo sucesso.  Trata-se do espaço do projeto João de Barro – Ecoentulho, instalado pela Prefeitura da Serra no bairro Novo Porto Canoa.

O aspecto do local é de abandono. Não há placa indicativa e na última terça – feira (31) só havia duas pessoas de uma empresa terceirizada trabalhando no local, cuja estrutura é formada por sede administrativa, galpão para reforma de móveis descartados, baias para a separação dos materiais e pátio para transbordo dos resíduos.

E esses trabalhadores não tinham muito o que fazer, já que as ferramentas haviam sido furtadas. O mesmo aconteceu com os materiais de cozinha, computador e equipamentos de escritório. Não há vigilância nem trabalho à noite no local. O galpão onde deveria estar funcionando marcenaria para recuperação de móveis, está subutilizado.

Ao invés da seleção dos materiais, as baias estavam superlotadas com pilhas de resíduos misturados. Carroceiros – um dos públicos alvos do João de Barro – e demais pessoas, seguem descartando sujeira numa área vizinha ao projeto, onde há um lixão clandestino.  Vizinhos dizem que o lixão cresceu e incêndios são comuns ali.

“Era para ser uma referência. Mas o projeto nunca foi a frente”, lamenta a moradora Luciana Castorino, que também é integrante do Movimento Ambiental da Serra.  

Esposo de Luciana, Cláudio Sacramento, disse que já viu os próprios funcionários do projeto pedindo aos carroceiros que jogassem os resíduos no lixão em frente. Dono de uma academia próxima, Jaílson Barbosa, sofre com a fumaça dos incêndios e do mau cheiro que sobe do lixão.  O presidente da Associação de Moradores, Paulinho Araújo, disse que já enviou ofícios à Secretaria de Serviços pedindo providências, mas não foi atendido.

A Prefeitura da Serra não se pronunciou sobre os problemas citados. Em nota, disse que o Projeto João de Barro funciona regularmente para atender pequenos geradores de entulhos e carroceiros. E que ainda recolhe móveis e eletrodomésticos, inclusive com agendamento para coleta em casa. Para isso há o tel 3341 – 4153. O funcionamento do espaço é de 8h às 17h.  

Comentários

Gabriel Almeidahttps://www.portaltemponovo.com.br/
Morador da Serra, Gabriel Almeida é repórter do Tempo Novo há mais de quatro anos. Atualmente, o jornalista escreve para diversas editorias do portal.

Mais notícias

“Não é uma gripezinha, é uma pandemia”, diz Contarato sobre 100 mil mortes por Covid-19

O senador capixaba Fabiano Contarato (Rede) se manifestou sobre as 100 mil mortes causadas pelo coronavírus desde o início da pandemia no Brasil. O...

Brasil ultrapassa 100 mil mortes causadas pela Covid-19

O Brasil atingiu neste sábado (8) o número de 100 mil 477 mortes por Covid-19, desde o início da pandemia do novo coronavírus. Nas...

VOCÊ TAMBÉM PODE LER

CONTEÚDO PATROCINADO

Comentários
error: Não copie! Compartilhe o conteúdo!