Serra, 17 de agosto de 2018

Portal Tempo Novo - O Portal da Serra, ES

Amar é o Bicho

por Ana Paula Bonelli

Feira de Adoção: a chance de ter um pet para chamar de seu

Sonha em ter um cão ou gato para chamar de seu? Que tal optar pela adoção? Neste sábado (4), animais estarão disponíveis para adoção na quarta Feira de Adoção de Cães e Gatos, que acontece a partir das 10h00, próximo à Decathlon, no Shopping Vila Velha.

“Acreditamos na adoção como a melhor forma de ter um cão ou um gato. Para que comprar, se é possível adotá-los e diminuir o abandono de animais? Na última edição realizada, ficamos muito felizes porque a maioria dos pets foi adotada”, afirma a vice-presidente da ONG, Yara Guimarães.

Segundo ela, todos os animais que estarão na feira e que têm a partir de seis meses já são castrados. Os filhotes ainda não castrados recebem, inclusive, um vale para garantir a castração por um valor mais em conta. Todos também estão vacinados e vermifugados.

É importante lembrar que para adotar é preciso ter mais de 18 anos e apresentar RG e comprovante de residência.

Serviço:

Feira de Adoção de Cães e Gatos:

– Quarta edição

– Dia: 4 de agosto

– Horário: a partir das 10h00

–  Local: G2, próximo à Decathlon

–  Realização: Shopping Vila Velha e ONG Amizade É Um Luxo.

Você tem aves em casas? Sabe como cuidar?

Os psitacídeos (araras, papagaios, calopsitas, periquitos…) alimentam-se principalmente de sementes, frutas e flores. Existe grande variedade nos itens consumidos em função da disponibilidade alimentar nas diferentes estações climáticas.

No cativeiro, a maioria dos psitacídeos ainda é alimentada com mistura de sementes, predominando o girassol. A alimentação exclusiva com essas misturas é extremamente prejudicial à saúde e a longevidade das aves, pois possuem excesso de gordura, quantidade e relação de cálcio e de fósforo inadequadas, além de níveis de aminoácidos e de vitaminas insuficientes. São comuns os casos de papagaios que após vários anos de cativeiro e alimentação à base de girassol são acometidos por distúrbios decorrentes da deficiência de vitaminas e aminoácidos ou apresentam lipidose hepática.

Atualmente, varias raçoes balanceadas para psitacídeos vem sendo comercializadas no mercado brasileiro, classificadas em ração de manutenção, reprodução, e criação de filhotes. Essas formulações substituem plenamente os alimentos in natura. São práticos de usar, de boa palatabilidade, boa digestibilidade e tornam as aves melhor nutridas e menos susceptíveis a infecções oportunistas e problemas metabólicos nutricionais .

Na falta dessas rações, a dieta a ser prescrita deve levar em consideração os hábitos alimentares, necessidades nutricionais da espécie, palatabilidade, disponibilidade e qualidade dos alimentos na região, facilidade de preparação pelo proprietário e o balanço nutricional.

Dr.  Uirandê Gonçalves Busotti.  Médico Veterinário especializado em pássaros,  tartarugas e silvestres – Médico Veterinário da Climev Laranjeiras

Projeto quer criação de Coordenadoria de Defesa Animal no ES

Uma das atribuições seria fiscalizar os centros de controle de zoonoses do Estado. Foto: Divulgação

Para combater os maus-tratos aos animais no Espírito Santo, um deputado estadual propôs por meio de um projeto Indicativo, que o Executivo crie a Coordenadoria de Defesa Animal, ligada à Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama).

O novo setor deverá organizar campanha de esterilização de animais de rua e de conscientização da população contra crime de maus-tratos. O deputado propõe que a campanha seja realizada na semana anterior ao Dia Mundial do Animal, celebrado anualmente em 4 de outubro, desde 1930.

Segundo a indicação, entre as  atividades permanentes da coordenadoria estão regulamentar e fiscalizar a criação e o comércio de animais. Outra tarefa seria fiscalizar os centros de zoonoses no Estado.

A criação da nova estrutura teria por objetivo “regulamentar e fiscalizar tanto os estabelecimentos que promovem o comércio de animais, bem como as feiras livres, além de outros locais em que são mantidos em cativeiro”, afirma o parlamentar.

A indicação 491/2018 foi lida e aprovada pelo Plenário da Assembleia Legislativa e encaminhada ao governador Paulo Hartung (MDB) para aprovação.

Gatos precisam de vacinas além da raiva: veja a importância delas

Assim como os cães, os gatos também precisam ser imunizados.  Existem 3 tipos diferentes de vacinas para gatos.  A que protege contra três doença,  a que protege contra quatro doença e a que protege contra cinco doenças.

Em filhotes a primeira dose deve ser dada aos 60 dias e requer reaplicação após 30 dias,  em alguns casos a terceira dose deve ser administrada,  o médico veterinário é falará se há esta necessidade. E assim como em cães deve ser dado doses de reforço anuais. 

A vacina múltipla protege contra…

A panleucopenia que é uma doença infecciosa causada por um vírus de fácil transmissão que se dá por meio de secreções no ambiente e por ingestão oral. Os sinais normalmente são falta de apetite, vômito, diarréia, febre, dor abdominal e mucosas pálidas;

Rinotraqueíte leva a doença respiratória, muito contagiosa entre os gatos, sendo similar a um resfriado humano. Os sinais são espirros, perda de apetite, febre, corrimento nasais e oculares, conjuntivite;

Calicivirose é transmitida de animal para animal, filhotes são os mais acometidos, principalmente em locais onde tem aglomeração de gatos, normalmente a doença é aguda, leve e auto-limitante. Os sinais são secreções nasais e oculares, úlceras orais, febre e dificuldade de se locomover;

Clamidiose (existente na V4 e V5 apenas),  é transmitida entre gatos por contato direto por via de secreções nasais e oculares. Em alguns animais pode ser assintomático, mas os sinais mais comuns são febre, espirros, tosse, conjuntivite com secreção ocular, dificuldade de respirar, e em filhotes geralmente podem desenvolver pneumonia.

A V5, protege além das doenças descritas também contra a Felv,  é um vírus que causa leucemia em gatos.  Esse vírus leva a um quadro mais grave de outras doenças que o gatinho possa ter,  justamente por ter comprometimento do seu sistema imunológico. 

Imunizar o seu felino é um ato de responsabilidade.  Leve seu gatinho anualmente para vacinar e ficar protegido contra doenças que podem ser fatais.

Por Dra Bruna Franklin Coutinho

Médica Veterinária da Climev Laranjeiras

Vacinação contra raiva em cães e gatos começa nesta segunda na Serra

Começa nesta segunda (23) na Serra, a Campanha de Vacinação Antirrábica em cães e gatos. Inicialmente serão vacinados os cães e gatos da zona rural do município e os que estão em ong’s ou abrigos. A vacina será para todos os animais a partir de 90 dias de vida.

Até sexta-feira (27), a equipe da Vigilância Ambiental em Saúde (VAS) circulará por Putiri e Chapadão. Já entre os dias 30 de julho e 3 de agosto, visitará Muribeca, Itaiobaia, Aroaba e Morro do Céu. De 6 a 10 de agosto, é a vez de Chapada Grande, Santiago da Serra e Cidade Nova da Serra. E Queimado, Pitanga e Guaranhuns recebem as visitas de 13 a 17 de agosto.

A Serra tem a maior população canina e felina do Espírito Santo. Desde 2006, não há casos de raiva em gatos ou cachorros no município. A campanha anual é uma das ações mais eficazes do Programa de Controle e Profilaxia da Raiva.

Os dias e locais de vacinação na área urbana serão divulgados em breve. O dia D de Vacinação ocorrerá no dia 9 de setembro.

Vacinação em cães: saiba porque proteger seu cão de doenças que podem ser mortais

Para a imunização ser eficiente o ideal é que cães sejam vacinados com 45 dias de vida, e que seja feita as três doses da vacina múltipla e em alguns casos pode ser necessário aplicar a quarta dose,  e que seja feita a revacinação anualmente para maior proteção do seu cãozinho.

A vacina múltipla protege seu animal de algumas doenças, sendo elas…

A cinomose que é uma doença causada por um vírus muito contagioso, que é passada de cão para cão por secreções orais, oculares, nasais e até mesmo por fezes. É uma doença que ataca vários órgãos, e os principais sintomas que os animais podem apresentar é depressão, secreções orais e nasais, convulsões, animal fica sem se alimentar e beber água, além disso, pode ter movimentos involuntários de membros;

Parvovirose que é uma doença transmitida por um vírus e são transmitidos principalmente pelas fezes, os filhotes e os que não são vacinados são os principais acometidos, fazendo com que o animal apresente diarréia fétida com ou sem sangue, o animal perde peso rápido, apresentando vômito, parando de se alimentar e beber água e depressão;

Outra doença semelhante à parvovirose é a coronavirose sendo transmitida da mesma forma e apresenta os mesmo sinais da parvovirose só que de forma mais branda;

Hepatite infecciosa também é transmitida por vírus por exposição de secreções nasais e oral, fezes e urina. O animal pode apresentar sinais de febre, tosse, petéquias (pequeno ponto vermelho) pelo corpo, fezes escurecidas, sangue oriundo do nariz, depressão, vômito, diarréia e dor abdominal;

O vírus da parainfluenza é altamente transmissível, aparecendo com maior frequência no inverno e é transmitida por contato direto. Os sinais apresentados são na maioria dos casos tosse, secreções oculares e nasais, pode ou não ter febre e falta de apetite;

A leptospirose é uma doença transmitida pela urina de rato onde o animal teve o contato. Os sinais clínicos mais clássicos são vômito, diarréia, dor abdominal, hemorragia, perda de apetite, urina de cor escura. A vacina múltipla protege o cão dos quatro subtipos de leptospirose.

Siga sempre as orientações do médico veterinário e lembre-se que as vacinas eficazes de verdade são aquelas aplicadas por médicos veterinários,  em clínicas veterinárias que assinam e carimbam a carteirinha de vacinação.

Por Dra Bruna Franklin Coutinho

Médica Veterinária da Climev Laranjeiras

Você sabe por que é importante levar  seu pet no veterinário?!

Você sabia que animais são como crianças? A única diferença é que crianças crescem e viram adultos e os animais serão como crianças enquanto estiverem vivos. E essa semelhança não trás só alegrias, mas também responsabilidades.

Ter um animal em casa requer gastos com alimentação, vacinas, vermífugos, banhos e atendimento médico veterinário e exames. Esteja preparado para surpresas em seu orçamento quando seu mascote resolver comer algo que não deve (seja alguma comida ou brinquedo ou qualquer objeto); que diga se de passagem é uma urgência! Não dá para esperar um, dois ou sete dias para levá-lo no médico veterinário.

Além disso, o seu pet pode ficar doente de alguma doença viral ou bacteriana sem você estar preparado. Como em humanos a doença não avisa quando aparece nem escolhe a data que recebemos o décimo terceiro, ou ganhamos algum bônus, ou somos sorteados em algum concurso. Ela aparece quando menos se espera, e ser um tutor responsável requer que você arque com os gastos para restabelecer a saúde do seu filho peludo.

Investimentos como a castração e a vacinação anual (gente é a vacina múltipla, aplicada em uma clínica veterinária, por um médico veterinário que assina e carimba, não aquela dada em campanhas e em casas de ração), esses investimentos que podem parecer altos a princípio, são o melhor para prevenir que seu pet tenha doenças graves e que muitas levam a um óbito com o animal em um grande sofrimento, como é o caso do câncer de útero e ovário, da piometra, (não ocorre em fêmeas castradas); do câncer de testículo (não ocorre em machos castrados) e da cinomose, parvovirose, coronaviroses e todas as outras que não ocorre em animais vacinados anualmente (sim anualmente significa tomar vacina todo ano), e mais uma vez lembrando… não é aquela vacina de campanha ou aquela aplicada pelo balconista da casa de ração. É a vacina aplicada em clínicas veterinárias, por médicos veterinários, assinada e carimbada.

Vamos ser responsáveis pelas vidinhas inocentes que pegamos a guarda, se ele parou de comer, se está engordando ou emagrecendo muito rápido, se está vomitando, se está com diarreia, se está sem evacuar se está fazendo muito ou pouco xixi, se está com hálito ruim, se a pele está com feridas, se está com falhas no pelo, se está andando diferente e se comportando diferente do normal, se apresentar estar com dor, se estiver mancando, se aparecer alguma alteração nos olhos, focinhos, orelhas, patas, entre outras alterações leve o seu mascote ao médico veterinário, não ao (a) senhorzinho (a) que vende os “trem” na casa de ração… Eles não estudaram, não tem diploma, e vão fazer você gastar um dinheirão comprando um remédio que só vai piorar a saúde do seu pet. Quando sua roupa precisa de conserto você leva ela em um mecânico? Não né? Leva em uma costureira, e levar seu mascote em um médico veterinário é a mesma coisa. E lembrem se, levar rápido, aguardar dias só vai piorar a doença dele e as chances do seu mascote morrer serão triplicadas.

Dra. Patrícia R. de Oliveira Médica Veterinária da Climev Laranjeiras

Roupas e outros cuidados para o pet não passar frio no inverno

Fernanda Crema investe em roupinhas para esquentar seus cães em dias mais frios. Foto: Fábio Barcelos

Ana Paula Bonelli

O tempo frio não afeta somente os seres humanos. Cães e gatos também são vulneráveis as baixas temperaturas do inverno. E para esquentar os animais, cada dono de pet dá seu jeitinho, seja com roupinhas compradas ou com cobertores e casinhas especiais para eles.

Em Parque Jacaraípe, Vivian Nardoto Pinciara, costuma usar roupinhas nos cachorros na época do frio. “Principalmente nos velhinhos e nos de pelo bem curto. Têm de tudo, de roupas compradas em lojas ou feitas com tecido, camisetas velhas, mangas de suéter ou meias, dependendo do tamanho do cachorro. Sigo essa linha também com os cachorros comunitários que cuidamos perto de casa; mesmo com a casinha deles e panos, quando está muito úmido e ventando percebo que ficam com frio e coloco camisetas velhas cortadas como roupinha. Já os gatos, pelo menos os meus, não parecem gostar da ideia, então não coloco roupas neles nem no frio. Deixo caixas ou casinhas para eles se abrigarem”, destaca.

De Castelândia, Fernanda Crema do Valle, também é adepta das roupinhas. “Compramos roupinhas de lã, de tecido de cobertor, vários tipos. Eles adoram e se mantem aquecidos quando o dia está muito frio. Tenho sete cães em casa, os que ficam nos canis têm suas cobertas e tapetinhos e todos com vacina viral em dia. Também tenho gatos e coloco paninhos e caixas para ficarem bem quentinhos”, conta.

De Praia de Capuba, Edmaura Fonseca, também agasalha seus pequenos. “Uso camisas, tecidos diversos, cobertores, tenho também muitas roupinhas que são doadas e uso nos animais de mais idade e com pelo curto. Também coloco paletes nos canis para eles dormirem sem ter acesso ao piso gelado. Fora isso, mantenho as vacinas em dia e os canis sempre sequinhos”, relata.

A médica veterinária Patrícia Ribeiro, da Climev Laranjeiras, alerta que assim como o período do inverno propicia problemas respiratórios e virais em seres humanos, os pets ficam mais suscetíveis.  “Fique atento à carteira de vacinação do seu cãozinho ou gatinho, pois, além de maior chance de doenças virais, a imunidade do seu pet pode cair no inverno. Animais de focinho achatado (braquicefálicos)  têm maior dificuldade de regular a temperatura do ar,  esses principalmente devem ficar em locais mais quentes”, esclarece.

Atenção com banhos e bichos de pelo longo

Patrícia também adverte sobre a frequência dos banhos que deve ser diminuída nessa época. “Idosos, filhotes e animais muito magros sentem maior frio. Fique atento a temperatura das orelhas e patinhas, se perceber que estão muito geladas ao seu toque aqueça-os”.

Já com relação ao uso de roupinhas, a profissional atenta para alguns detalhes. “Roupinhas são boas, entretanto aquece apenas o abdômen do animal, não aquece as regiões que ficam mais expostas. Alguns pets têm problemas de pele e o uso dessas roupas propicia problemas como dermatites fúngicas e bacterianas. O ideal é usar somente em animais com pelo curto. Os de pelo longo não tem necessidade de roupa, porque justamente esses tem maior incidência de problema de pele”.

 

 

Gato em risco de extinção é resgatado na Serra

O resgate aconteceu na última sexta-feira numa residência no Alphaville Jacuhy. Foto: Fernando Assad

Um gato selvagem da espécie gato-mourisco (Puma yagouaroundi) foi resgatado na Serra, eum residência no condomínio Alphaville Jacuhy.

O gato é um predador em risco de extinção que vive na Mata Atlântica. Ele se alimenta de pequenos animais, como ratos e pássaros. 

Por estar fraco e debilitado, o animal foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS-IBAMA). Lá ele está recebendo tratamento veterinário e será solto na natureza assim que estiver em condições.

Fernando Assad, dono da residência onde o gato foi encontrado, contou que tem pássaros e que o predador estava há dias rondando o local para caçar alimentos.

O resgatado foi realizado na última sexta-feira (6) pela  equipe de Fiscalização Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente (Semma).

Câncer de mama em cadelas: saiba como identificar

Assim como mulheres, as cadelas também podem desenvolver nódulos nas mamas que podem ou não ser malignos (câncer). Saber identificar e procurar ajuda médica veterinária o quanto antes é a diferença entre a vida e a morte da sua pet.

As mulheres possuem duas mamas (seios)  e naturalmente são mais volumosos que a das cadelas. Cadelas possuem de 8 a 10 mamas e  não possuem as mamas tão volumosas quanto a das mulheres, mas assim como em seres humanos do sexo feminino possuem glândulas mamárias que tem a função da produção de leite para amamentar a prole (filhos).

Cada cadeia mamária da cadela (todas as mamas do lado direito e todas as mamas do lado esquerdo) são interligadas, ou seja, são várias glândulas que são conectadas entre si. Essas mamas estão por toda a barriga de sua cadelinha, iniciando próximo ao coração e terminando na região iguinal (próximo a vulva).

Para identificar as mamas de sua pet vire a de barriga pra cima e passe a mão por toda a barriga, você sentirá protuberâncias que variam de tamanho conforme o tamanho e peso do animal. Essas protuberâncias são os mamilos, por onde é ejetado o leite quando a cadela tem os filhotes.

Perceber nódulos nas mamas, quando os mesmos são pequenos não é tão fácil quanto parece, e dificulta mais ainda quando a cadela está acima do peso e/ou possui muito pelo, nestes casos é preciso ser bem minucioso para conseguir fazer o exame de mama corretamente.

Para fazer o exame vá apalpando toda a barriguinha da cadelinha, fazendo leve pressão para conseguir identificar bem ou não a presença de nódulos. Siga a cadeia iniciando pelas mamas torácicas (próximo ao coração) e terminando nas mamas iguinais (próximo à vulva). Após terminar um lado todo (uma cadeia) repita o mesmo na cadeia lateral. Não tenha pressa e aja como se estivesse fazendo carinho na peludinha, assim ela se estressará menos e você não correrá o risco de deixar passar nenhuma mama.

Caso perceba algum nódulo por menor que seja, procure o médico veterinário de sua confiança para uma avaliação, quanto antes iniciar o protocolo terapêutico correto maiores as chances de cura.

Lembrando que cadelas não castradas, que fazem uso de anticoncepcionais  e com mais de  6 anos, tem maiores chances de desenvolver câncer de mama.  E sabem aquela história de que se deixar a cadela cruzar uma vez ela não vai desenvolver câncer? Então… Lamento informar que é puro mito.

Realize o exame de mama em sua cadela mensalmente e em caso de dúvidas procure assistência médico veterinária.

Por Dra. Patricia Ribeiro de Oliveira – Pós graduanda em Endocrinologia de Cães e Gatos e médica veterinária da Climev Laranjeiras.

Dona procura por gato preto perdido em Laranjeiras

Esse gato sumiu na manhã desta sexta-feira em Laranjeiras, nas proximidades da rua Miguel Ângelo.

Ele tem o rabo cortado, é macho e estava usando uma coleira rosa. A dona Sara pede que quem tiver informações ligue para +55 27 99909-7010.

Serra terá primeira feira de adoção de cavalos do Estado

Cerca de 17 animais, entre machos e fêmeas estarão disponíveis para adoção. Foto: Vera Zinkova / Shutterstock.com

No próximo dia 09 de junho, um sábado, vai acontecer uma feira de adoção diferente na Serra. Ao invés de cães e gatos, as estrelas do evento serão cavalos e éguas que estarão disponíveis para adoção.

Esta é a primeira vez que uma feira desse porte acontece no Espírito Santo. O evento  acontecerá no Rancho Bela Vista, na região da Sede, no bairro Belvedere, as margens da rodovia BR 101 Norte, KM 249, das 9 às 16 horas e está sendo realizado em parceria com a Sopaes (Sociedade Protetora dos Animais do Espírito Santo).

Proprietário e veterinário do Rancho Bela Vista, Antônio Marcos Guimarães Ginelli disse que serão selecionados para a feira aproximadamente 17 animais entre machos e fêmeas. Todos foram resgatados em situação de abandono em vias públicas de munícipios de Serra, Vila Velha, Aracruz e Baixo Guandu. “A intenção é doar os animais, porém para pessoas que pretendem cuidar bem deles. Essa é uma iniciativa pioneira e será o termômetro para outras futuras feiras. Precisamos conhecer bem as pessoas que estão dispostas a fazer a adoção”, destaca.

Para adotar um cavalo a pessoa deve levar todos os documentos pessoais além de comprovação de propriedade rural para onde vai abrigar o animal. Essa propriedade deve estar regular frente a Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). Além disso, a Sopaes vai analisar cada caso.

O Rancho Bela Vista é a empresa responsável pelo recolhimento de animais de grande porte que estão abandonados nas ruas da Serra. O telefone de contato é o 3011-6909.

Sessão Solene vai homenagear protetores de animais hoje (22) na Serra

Entre os homenageados está Lívia Guimarães, de Praia de Carapebus. Foto: Divulgação

Nesta terça-feira (22), acontecerá na Câmara Municipal da Serra uma Sessão Solene em homenagem aos Protetores de Animais. A solenidade tem como proponente o vereador Cabo Porto e será realizada às 18 horas.

 “Protetores de Animais são sinônimo de amor, dedicação, abdicação e luta e essa homenagem é muito importante, pois é uma causa justa e todos eles merecem respeito e admiração”, afirma Cabo Porto.

Vinte e dois protetores serão homenageados, entre eles está Lívia Guimarães, de Praia de Carapebus. A protetora cuida juntamente com seu esposo e filha de cerca de 100 animais. Todo o custeio dos cachorros, desde castração, ração e medicações vem de doações  de ativistas e de admiradores da causa.

Confira a lista de homenageados:

Tales Andre Chaves de Souza

Maria da Gloria Alves Cunha

Norma Soelly Sant’Anna Louzada

Dayane Rocha Ferreira

Maria de Lourdes Santos

Jackeline Amaral dos Santos

Cláudia Cristina Gomes Ferreira

Raphaela Maria de Oliveira Moraes Vasques

Roberta Cecilia Triqueiro

Rubia Giuberti

Cristina Santana Francisco

Maria Alice De Oliveira Costa

Handrik Naumann Ramos

Lívia Lopes Machado Guimarães

Deivson Da Silva Eggert

Daizy Duarte Dos Santos

Valéria G. Vasconcelos

Flávia Maria Gonçalves Piassarolo

Jacyr Dias Boim Filho

Poliana Souza Santos Meiriely

Aparecida Borges Barcelos

Rafaela Ferreira Mori

Serviço:

Sessão Solene em Homenagem aos Protetores de Animais

Data: 22 de maio de 2018

Hora: 18:00

Local: Câmara Municipal da Serra;

Endereço: Rua Major Pissarra, 245, Centro – Serra/ES – 29176-020

Aberto ao público.

“Dar banho no cachorro  é tomar banho também”  

 

Bárbara e a cadela Pepper: banho de chuveirinho, morno e no box. Foto: Ana Paula Bonelli

Ana Paula Bonelli

Humanos tomam banho todos os dias, mas e os cães? Como será essa rotina para os proprietários destes animais? Tem quem dê em casa, na varanda, no banheiro e tem aqueles que preferem levar o bichinho de estimação para um profissional fazer o trabalho. Uma coisa é unânime: quem curte seu pet, quer vê-lo sempre bem cuidado e cheiroso.

Pelo menos de quinze em quinze dias, Jack, um poodle resgatado das ruas, toma banho. E seu dono, Angelo Rafael Mattede é quem faz as honras e não é uma tarefa muito fácil, segundo ele.

Morador de Jardim Limoeiro, Rafael conta que o banho é no box do banheiro com água morna. “Uso tolha e secador por que Jack é peludo. Quando minha esposa dá banho ele fica quieto, mas quando sou eu, rosna e tenta me morder tempo todo. Jack odeia que lave as patas. Dar banho nele é sinônimo de tomar banho também, fico todo molhado”, conta Rafael.

Rafael tem ainda a missão de cuidar de outros três cães que vivem na casa de sua mãe. Por lá, o banho é na mangueira e eles secam correndo pela varanda.

Já Bárbara Lopes, também de Limoeiro, tem a missão de cuidar da cadela Pepper, um animal de porte médio resgatado da rua. A cachorra agora toma banho morno no banheiro. “Ela fica paradinha, nem se mexe e tenta ir dando passinhos lentos, para que eu não perceba que está fugindo da situação. Quando me dou conta já andou um pedação. Ela também coloca a língua para fora feito um calango querendo beber a água que sai do chuveiro. Quando me mudei para o apartamento pensei no tamanho dela e como seria essa parte, mas deu tudo certo”, acrescenta.

A pequena Nina, da raça Schnauzer, empreende fugas desenfreadas pela casa, conta sua dona Riviani Marques Saly, de Laranjeiras.  “Meu marido Eduardo que cumpre essa parte do banho. Apesar de tremer quando vê a água e fazer cara de desespero, ela ama tomar banho. E tem mais, depois pede roupa, pois é muito friorenta”, revela Riviani.

Esteticista canina dá dicas para o sucesso

A esteticista canina Kleidiane Hespanha Cantão, da petshop Mega Rações, em Laranjeiras está no ofício há 15 anos e dá dicas para dar um banho agradável e com segurança em cães.

Se for agressivo, recomenda-se sempre o uso de focinheira. “Mas tudo é jeito. Eu mesma já peguei cães que o dono fez propaganda de que era bravo e agressivo e consegui domar a ‘fera’”.

Outra orientação é ter cuidado com o ouvido. “Não pode deixar entrar água, pois pode dar otite”. Shampoo só o de uso veterinário e deve-se secar bem o cachorro com toalha e secador, principalmente se for pelo longo, para evitar possíveis problemas de pele e usar sempre água morna e a cada 07 dias. “Se quiser usar perfume tem que ser próprio para cachorro e pode ser aplicado duas vezes depois do banho”, conclui. 

Dança do ventre para ajudar gatos carentes na Serra

À frente da iniciativa está Janine Muzzi do Templo da Dança do Ventre. Foto: Jay Andreotti

Que tal curtir um show de dança do ventre e ainda ajudar gatinhos carentes? Dia 12 de maio, um sábado, vai rolar a quinta edição do evento Noites no Templo, em Planície da Serra. À frente da iniciativa está a dançarina Janine Muzzi do Templo da Dança do Ventre.

Professoras e bailarinas convidadas da Serra, Vila Velha, Vitória e Guarapari participarão da apresentação, além das alunas da escola de dança que vão preparar um lindo espetáculo de dança do ventre para os participantes.

“Sempre que promovemos os espetáculos de dança, beneficiamos um grupo voluntário, desta vez será a Adoção Gatinhos ES, que faz um trabalho maravilhoso com gatos carentes. A indicação veio de uma pessoa ligada ao nosso templo, Rosemery Servino”, destaca Janine Muzzi.

Sessenta por cento do valor arrecadado  será doado ao grupo de voluntárias. Além disso, quem quiser ajudar além do valor do ingresso será bem-vindo. Quem preferir pode ainda doar ração, sachês, patês, paninhos e mantinhas ou até mesmo ser voluntário do grupo, clicando aqui. 

Os ingressos são limitados, custam R$ 20 e podem ser adquiridos pelos telefones 99867-0784 (Janine/vivo) ou 99968-6404 (Dayane/vivo). O Templo da Dança do Ventre fica na Rua F, 105, Planície da Serra, na Serra.

Sobre o Adoção de Gatinhos ES

O grupo Adoção de Gatinhos ES realiza um trabalho voluntário com animais carentes desde 200. As voluntárias levam alimento, água, medicação e carinho a animais sem teto. O grupo não possui abrigo ou sede e nem atende pedidos de resgates de terceiros. Cada voluntária assume a responsabilidade pelos  animais que resgate, acolhendo o mesmo em lar temporário até que esteja pronto para a adoção. Os animais somente são doados a adotantes que possam oferecer a guarda responsável com assinatura do termo de responsabilidade e acompanhamento pós-adoção. Conheça mais o trabalho clicando aqui. 

Quer doar? Você pode doar qualquer valor pela conta abaixo:

titular: Cristiany (voluntária)

Banco do Brasil

agência: 3480-0 (conta poupança)

conta: 12823-6 variação 51

Evento debate importância dos sapos para a humanidade

O projeto Bromeligenous  foi criado em 2012 e visa pesquisar a ecologia da associação entre anfíbios e bromélias. Foto: Alexander Mônico

Muita gente tem nojo e medo de sapos. Mas você sabia que eles são extremamente importantes para a natureza? Estes anfíbios comem mosquitos, moscas e todo tipo de insetos que lhes caibam na boca, ajudando assim no controle de vetores importantes na disseminação de doenças humanas que são problema de saúde pública como a dengue, o chikunguya, a malária, a febre amarela e a zika.

No próximo sábado (21), das 14 às 17h, e domingo (22), das 9 às 12h, em Santa Teresa, no Museu de Biologia Mello Leitão/Instituto Nacional da Mata Atlântica, acontece o evento ‘Save the Frogs Day’, realizado pelo projeto Bromeligenous, de conservação dos anfíbios capixabas, um programa sem fins lucrativos, que contribui para a conservação da biodiversidade.

O Save the Frogs Day, é um evento internacional e ocorre simultaneamente em 57 países, levantando a bandeira para a conservação dos anfíbios.

O evento de educação ambiental sobre a associação anfíbio e bromélia visa integrar pesquisadores e visitantes objetivando troca de experiência direta por meio de oficinas, brincadeiras, vídeos e animais ícones em exposição. O evento tem entrada franca e é aberto para todas as idades. Na programação jogos, pinturas, brincadeiras, oficinas, distribuição de brindes e material Educativo. 

Sobre o Bromeligenous

O projeto Bromeligenous  foi criado em 2012 e visa pesquisar a ecologia da associação entre anfíbios e bromélias, bem como conduzir atividades de difusão e popularização da ciência. Pesquisas têm sido desenvolvidas principalmente na região montanhosa do Espírito Santo. Variadas atividades de Educação ambiental tem sido organizadas pelo Projeto como exposição fotográfica, entrevistas, palestras, bate-papos com locais, distribuição de material educativo e campanhas nas escolas.   

No Espírito Santo, o Projeto Bromeligenous é formado por biólogos. O projeto como toda iniciativa sem fins lucrativos precisa de ajuda para ser levado adiante. Quem quiser colaborar pode entrar em contato com o email [email protected] e no site www.bromeligenous.weebly.com.

 

 

Empreendedores da Serra investem em mimos para cães e gatos

Regina de Serra Dourada trabalha com artesanato há 20 anos. Foto: Fábio Barcelos/Arquivo TN

Quem tem animal de estimação em casa cria uma relação de amor e carinho e alguns serranos pensando neste mercado resolveram investir em mimos para deixar cães e gatos mais felizes e bonitos. Caminhas, casinhas, painéis, coleiras e arranhadores estão entre os itens que fazem a cabeça dos donos dos bichinhos.

É o caso de Marcia Regina Martins, de Serra Dourada I, que há 20 anos trabalha com artesanato no seu atelier M.Martins. A empreendedora faz caminhas, casinhas, caminhas suspensas para gatos, peso de porta e guirlanda pet. Ela usa pelúcia, nylon acoplado, tricoline, gorgurinho, espuma, manta de silicone e  duratan. “Faço tudo por encomenda de acordo com o tamanho do animal. Cores, tecidos, estampas a pessoa pode que escolhe de acordo com seu gosto”, destaca. O telefone de contato é o 27 98834-4735.

Já Vagner Carmo, de Nova Carapina I, investe em objetos feitos com madeira: casinhas para cães; camas para cães e gatos, arranhadores para gatos com castelinho, protetor de sofá e painéis de parede para gatos. “Vi que este ramo de animais de estimação era um mercado promissor e resolvi apostar e vem dando certo”, conta Vagner que criou há cerca de três anos a Artes Pet. O telefone de contato é o 27 99982-2163.

Vagner investe em artigos de madeira para cães e gatos. Foto: Edson Reis/Arquivo TN

Já Robson Amon Bastos, de Jacaraípe trabalha há cinco anos com coleiras para cães e gatos. Ele produz e distribui seus produtos em petshops de todo o Estado.  “Trabalho com encomendas e tenho sustentado minha família com esta renda”, destaca. O telefone de contato da Dog Vix é o 99860-2210.

Angelilse Cruz Pimentel, de Praia de Carapebus confecciona roupas para cães. “Faço desde 1996 para os meus animais e desde 2009, para vender. Fazia só por encomenda. Agora,  deixo aqui no salão para o cliente escolher”, conta a empreendedora. O salão é o Lili Pet Vip. Informações pelo 3281-3344.

Crescimento

Em março a Prefeitura da Serra divulgou que o número de lojas especializadas para atender o mercado pet no município aumentou 250% em 2017. Em 2015, haviam registrados na cidade 03 petshops, em 2016 o número subiu para 06 e em 2017, 21.

Dados da Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) mostram que só em 2016 foram gastos por donos de animais quase R$ 19 bilhões, representando um aumento de 5,7% em relação ao ano anterior.

Padaria Pet oferece banho, tosa e comidas para cães e gatos

O local oferece desde muffins, cupcakes, bolos de aniversário e cervejas próprias para o consumo dos animais até banho e tosa. Foto: Divulgação

Animais não bem vindos em padarias, certo? Pensando em mudar esta história, o empresário Elzir de Macedo Gomes Filho, que se dedicou mais de 20 anos ao judiciário capixaba decidiu abrir seu próprio negócio: a Padaria Pet, em Vila Velha.

“Eu não sabia por onde começar e decidi investir em uma paixão antiga, os animais. Procurei vários ramos de atividades, pesquisei o mercado e não tive dúvidas, o Espírito Santo precisava de um espaço de convivência entre os donos e seus bichos, um ambiente próprio em que todos pudessem ficar à vontade. Esse lugar era a Padaria Pet”, explica Elzir de Macedo Gomes Filho, dono da franquia inaugurada em Vila Velha.

O espaço, com 80m2, oferece os mais diversos petiscos para os pets, desde muffins, cupcakes, bolos de aniversário e até cervejas próprias para o consumo dos animais. Há ainda uma linha natural de biscoitos funcionais para animais diabéticos, obesos, idosos, sem contar o centro estético que, além de banho e tosa, ainda proporciona massagens relaxantes aos seus bichinhos.

Cliente fiel da Padaria Pet de Vila Velha, o Snoopy parece adorar o ambiente. “Eu trago o Snoopy para tomar banho desde quando ele tinha três meses, o que mais me chamou atenção é o cuidado que eles têm. O Snoopy já conhece as pessoas e fica calmo, quando eu volto para busca-lo, ele está feliz, corre pela loja, brinca na piscina de bolinhas, faz uma verdadeira festa. Isso me mostra que ele tem um carinho por esse lugar e nós estamos aqui toda semana”, contou Felipe Felhberg, dono do Snoopy.

A visão empreendedora do Elzir veio ao encontro do levantamento feito pelo IBGE, em parceria com a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação) que revelou que o país tem a segunda maior população de pets do mundo, com 132 milhões de animais, sendo 52 milhões de cães e 22 milhões de felinos. O número de cães já supera o número de crianças de até 12 anos. “Para esse mercado não há crise”, garante Elzir.

Para mais informações, acesse o site: www.padariapet.com.br ou pelo Facebook: padaria pet ou pelos telefones (27) 3208-2534 / Whatsapp (27) 99662-2504.

Prefeitura diz que quer acabar com carroceiros na cidade

Carroceiro atuando normalmente no bairro Parque Residencial Laranjeiras na última quarta (40. Foto: Ana Paula Bonelli

A lei que proíbe carroças com tração animal em municípios com mais de 100 mil habitantes tem pouco mais de um ano que está valendo no Espírito Santo. Mas na Serra, cidade que possui 500 mil habitantes, ainda é cena comum ver carroceiros atuando normalmente pelas ruas.

A lei de autoria da deputada Janete de Sá (PMN) foi aprovada na Assembleia Legislativa e já está em vigor desde janeiro do ano passado.

A legislação prevê desde a remoção, acolhimento e destinação dos animais irregulares, doação, convênios e até multas para os donos dos mesmos, em caso de resgate dos animais. Nesse caso, os valores arrecadados em decorrência da aplicação da multa serão revertidos para o Fundo Estadual do Meio Ambiente. A lei só não se aplica aos animais de grande porte utilizados pelas forças de segurança pública.

O subsecretário de Meio Ambiente da Serra, Ronaldo Freire, disse que a Prefeitura está fiscalizando e criou um grupo de trabalho ‘Serra Limpa é Serra Linda’ com o objetivo de tirar resíduos da construção civil da cidade. “Paralelamente um grupo trabalha com a questão do censo de carroceiros. Temos um projeto de lei pronto, onde vamos trabalhar com a capacitação e a abordagem desses carroceiros e direcioná-los profissionalmente”.

Ronaldo disse ainda que a Serra tem muitos bairros habitacionais com pequenos geradores de entulho e que o município está criando novos pontos de destinação final. “Temos pontos em Novo Porto Canoa, em Barcelona, criamos em São Marcos e estamos criando em Jardim Tropical, Nova Carapina e Jardim Carapina. Juntamente a isso, estamos indo no gerador de resíduo e informando que não se deve contratar esse tipo de serviço não licenciado (carroça) e aos poucos vamos educando a população”.

Denúncias de descarte de carroceiros em local inadequado podem ser feitas pelo telefone 9 9976-2595 (WhatsApp). “É importante que a denúncia seja feita no momento do ocorrido e que o morador informe endereço e envie foto. Nós vamos abordar e identificar o carroceiro, se ele não estiver cadastrado, não entrará no programa. Esta prática tem que acabar na cidade, não cabe mais carroceiro no município. Só que estamos fazendo um trabalho gradativo”.  

Projeto Tamar comemora soltura de 35 milhões de tartarugas marinhas

O Projeto protege e devolve ao mar por ano mais de dois milhões de tartaruguinhas. Foto: Projeto Tamar

O Projeto Tamar – fruto da união de esforços entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Pró-Tamar – estará em festa. O motivo é mais do que nobre: terá conquistado a marca de 35 milhões (#35M) de tartarugas salvas e devolvidas ao mar.

O Tamar começou em 1980 e, dois anos depois, salvou os primeiros dois mil filhotes. Atualmente, o Projeto protege e devolve ao mar por ano mais de dois milhões de tartaruguinhas. Além disso, cinco mil animais adultos e juvenis são resgatados de situações de risco, provocadas principalmente por redes e anzóis.

“Vamos comemorar em 26 praias onde estamos presentes e colocar no mar a tartaruga 35 milhões, que simboliza essa importante conquista para a conservação marinha brasileira, e seguimos em frente, pois ainda temos muito o que fazer”, diz Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Tamar.

Entre as ameaças à sobrevivência destes animais, além da captura incidental pela pesca, a fotopoluição, a poluição, o trânsito de veículos nas praias de desova e as mudanças climáticas são as principais.

 “Comemorar esse filhote 35 milhões não se mede em palavras. Grande é o trabalho e vencidas várias lutas. Uma das conquistas recentes, por exemplo, foi a publicação de portaria interministerial (MMA e MDIC No 74/2017) estabelecendo medidas mitigadoras para reduzir a captura incidental das tartarugas marinhas. Para que tenhamos a perpetuação das espécies e mais filhotes na natureza”, frisa o coordenador do Centro Tamar do ICMBio, João Carlos Alciati Thomé (Joca).

O evento acontecerá em praias da costa brasileira e ilhas oceânicas nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, de acordo com os costumes de cada local. Para saber mais, consulte informações em www.tamar.org.br

A tartaruga de R$  35 milhões seguirá para o mar 15 minutos antes do pôr do sol, previsto às 17h30, com a presença de pessoas importantes para a história da conservação marinha no Brasil na Bahia. .

No Centro de Visitantes do Projeto Tamar em Vitória, a abertura do evento acontece às 16h do dia 6 de abril, seguida de alimentação interativa das tartarugas marinhas. Na sequência haverá recital do poema “União”, de Maviael Mello.

Às 16h30 apresentação da música ‘TAMARAVILHOSO’, com soltura de tartaruga marinha às 17h, além de ‘Parabéns’ e bolo às 17h30. No dia 07 de abril, às 14h, será realizada oficina com material reciclável.

Número de petshops cresce 250% na Serra

Em Laranjeiras, um dos locais para escolher produtos de qualidade para o bichinho de estimação é a Mega Rações. Foto: Arquivo TN

Jogos, mamadeira, bicho de pelúcia, kit de higiene e beleza, entre outros criativos produtos e serviços, estão à disposição dos pets nas prateleiras dos petshops. O número de animais de estimação no Brasil é cada vez maior, e isso não é diferente na Serra que aumentou em 250% o número de lojas especializadas para atender a esse público.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico da Serra, Paulo Menegueli, o número de petshops mais que triplicou e isso se deve ao status de ‘membros da família’ que os animais ganharam com o passar do tempo.  “A sofisticação dos tratamentos veterinários, serviços e produtos oferecidos tem gerado benefícios não só para os animais, mas, também para os profissionais que investem, criam e trabalham no ramo”, disse.

Dados da Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) mostram que só em 2016 foram gastos cerca de R$ 19 bilhões, representando um aumento de 5,7% em relação ao ano anterior. A previsão para 2020 é que esse número cresça para R$ 20 bilhões. As informações são da Prefeitura da Serra.

Petshops na Serra:

2015 – 03

2016 – 06

2017 – 21

Bazar solidário para ajudar animais abandonados a partir de quinta em Manguinhos

Um os animais resgatados e castrado pelo grupo Patas em Ação que foi adotado. Foto: Divulgação

Que tal comprar acessórios, roupas e até objetos de decoração com valor acessível e ainda ajudar uma causa nobre? Começa nesta quinta (22) e segue até o dia 1º de abril, o Bazar em Prol dos Animais Abandonados, no Vagão Espaço Arte, anexo ao Restaurante Estação Primeira de Manguinhos.

O bazar que é promovido pelo grupo de voluntárias do Patas em Ação será das 10 às 16 horas.

Serão vendidos no local  roupas, sapatos, bolsas, canecas e objetos para decoração. “Temos de tudo um pouco e os valores são a partir de R$ 5. Nosso objetivo é arrecadar dinheiro para bancar as castrações dos animais, ração, vacinas e medicações”, conta Renata Soares, do grupo Patas em Ação.

Segundo ela, alguns animais são castrados e colocados para adoção, outros são devolvidos para a rua, já castrados. “Estes mantemos a alimentação deles e as vacinas em dia”, destaca.

Renata conta ainda que desde que o grupo começou em 2016 dezenas de animais já foram retirados das ruas de Manguinhos.

Parceria entre clínicas veterinárias e polícia pode reforçar a proteção aos animais

 

O projeto de lei deverá ser lido nos próximos dias na Câmara de Vereadores. Foto: Ana Paula Bonelli

Procedimento comum em clínicas e hospitais, na Serra, clínicas veterinárias e outros estabelecimentos voltados para o atendimento aos animais poderão ser obrigados a informar à polícia quando atenderem cães e gatos nos quais existam indícios de que tenham sido vítimas de maus-tratos.

Isto porque, está na pauta da Câmara de Vereadores da Serra, um Projeto de Lei (PL) que dispõe sobre a obrigatoriedade dessas empresas de informarem imediatamente à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e ao Patrimônio Cultural quando constatarem indícios de maus tratos nos animais por eles atendidos.

O projeto do vereador Stefano Andrade (PHS) deve ser lido nos próximos dias e diz ainda que o ofício que deve ser enviado à Delegacia deve conter nome, endereço e contato do acompanhante do animal presente no momento do atendimento; relatório do atendimento prestado, contendo a espécie, raça ou características físicas do animal, descrição da situação de saúde na hora do atendimento e respectivos procedimentos adotados.

Se aprovado o projeto, os estabelecimentos que não cumprirem a determinação poderão sofrer penalidades previstas no artigo 72 da Lei 9.605, que dispõe sobre sanções penais e administrativas, que vão desde advertência, à multa simples ou diária, ou sanções restritivas de direito como suspensão de registro, licença ou autorização.

Para a veterinária Patrícia Oliveira, o projeto de lei é meio controverso. “Ainda que seja visando o bem estar animal e posse responsável o que é excelente, fica complicado para os profissionais médicos veterinários fazer essa denúncia pois isso vai fazer com que o cliente por medo de represálias deixe de levar o animal para atendimento médico veterinário. Vai dificultar o diagnóstico pois o animal não fala e dependemos que o cliente nos diga o que aconteceu de fato com o animal para solicitar os exames específicos e fazer o diagnóstico correto. Não recebemos nas faculdade, ensino de perícia legal para ter certeza de situações de maus-tratos só em uma avaliação clínica. Algumas doenças tem curso agudo de desidratação o que leva a perda de peso rápido. Sinais de violência só podem ser garantidos quando muito evidentes e nestes casos o animal vai a óbito antes de chegar para atendimento. E caso o profissional médico veterinário forneça um laudo baseado em suposições pode até ser alvo de um processo civil e criminal pelo cliente. Esse projeto de lei vai resguardar o médico veterinário de receber um processo pela denúncia?”

Bolo de aniversário, ovo de páscoa e petiscos saudáveis para cães e gatos

Os petiscos são naturais e associam os nutrientes e vitaminas de frutas e legumes nas composições dos produtos. Foto: Divulgação

Comida saudável e maior qualidade de vida para os pets. Foi pensando nisso que a empresária Gabriela Gonçalves investiu na Confeitaria Animal, que produz petiscos para cães e gatos que agregam frutas e legumes em sua composição.

Segundo Gabi, tudo começou quando a cadela Lola entrou em sua vida. “Quando trouxemos a Lola pra casa queríamos que ela consumisse opções mais saudáveis de alimentos para ter uma saúde melhor e maior qualidade de vida. Por já ler os rótulos industrializados e compreender a nocividade das composições, estudei e formulei melhores opções de petiscos que agregam frutas e legumes em sua composição”, conta a empreendedora.

A Confeitaria Animal é estudada desde 2015, mas os primeiros produtos estrearam no mercado em 2016 e estão fazendo o maior sucesso. “Temos tido uma ótima aceitação. Levamos saúde para este momento tão especial que é o aniversário do animalzinho de estimação. Temos muita seriedade e o zelo com a segurança alimentar dos produtos oferecidos. As pessoas ficam felizes por poderem festejar o aniversário do seu pet sem surpresas indesejáveis que possam atingir a saúde do animal”.

Os petiscos são naturais e associam os nutrientes e vitaminas de frutas e legumes nas composições dos produtos.  Biscoitos, bolo de aniversário para cães e gatos e ovo de Páscoa com alfarroba e panetone. “Todos os produtos seguem a filosofia primordial da empresa: são produzidos sem trigo, sem leite, sem sal, açúcar e corantes. Desta forma eliminamos alimentos potencialmente alergênicos para cães e gatos e assim aliamos saúde e diversão”, destaca.

Para elaborar as delícias, Gabriela utiliza ingredientes como farinha de arroz, banana, cenoura, pasta de amendoim, alfarroba, frango, além de proteínas, frutas e legumes que estão aptos para o consumo de cães e gatos.

Quem quiser experimentar as guloseimas, as encomendas podem ser feitas pelo whatsapp 27 99996-7445 ou pelo página do Facebook Confeitaria Animal. 

Sábado tem feira de adoção no Shopping Vila Velha

No evento estarão disponíveis cães e gatos para adoção. Foto: Divulgação

O dia 10 de março será marcado por encontros muito especiais entre animais que precisam de um lar e seus futuros donos. Das 10h às 16h, no piso G2, próximo a Decathlon, acontecerá a 2ª Feira de Adoção de Cães e Gatos do Shopping Vila Velha, em parceria com a ONG capixaba Amizade é um Luxo, que contará com cerca de 60 animais para adoção.

A grande maioria dos animais são filhotes, que já estarão vacinados e terão garantia de castração a baixo custo em clínicas veterinárias parceiras da ONG. Os adultos disponíveis também já estarão vacinados e castrados. Quem quiser adotar precisa ser maior de 18 anos e levar ao evento documentos de identificação e comprovante de residência.

O grande objetivo do evento é ajudar cães e gatos abandonados a encontrarem um lar. Na primeira edição realizada no Shopping Vila Velha no ano passado, 60 animais foram adotados, o maior número em feiras já realizadas pela ONG até hoje.

Além do espaço para adoção, haverá ainda a Loja Luxo, onde serão vendidas camisas, bandanas, chaveiros, acessórios e brinquedos pet. Toda a renda obtida será revertida para o cuidado com os animais abandonados.

Como contribuir?

A ONG Amizade é um Luxo precisa de apoio para continuar desenvolvendo os trabalhos de cuidado e resgate de animais abandonados. Por isso, durante o evento, haverá ainda espaço para arrecadação de doações. Para contribuir, basta levar para o evento ração, medicamentos ou jornal.

SVV Pet Friendly

O Shopping Vila Velha permite a circulação de animais de estimação de todos os portes na coleira e na guia, no interior e nas áreas comuns externas do centro de compras. Cães-guia são sempre bem-vindos ao shopping também. Para saber mais informações sobre o SVV Pet Friendly, é possível conferir o código de conduta afixado nos corredores do mall.

Pet Park Shopping Vila Velha

Em 2017 o Shopping Vila Velha inaugurou o primeiro parque para cachorros fixo dentro de um shopping center no Brasil. Com 800m², o espaço é um grande playground gratuito, construído para a diversão dos cachorros e seus donos, com bebedouro para os cães e caixa de areia higienizada.

Amizade é um Luxo

A Amizade é um Luxo é uma ONG capixaba atua oferecendo suporte a quem resgata animais, castrando, medicando, vacinando e encaminhando para adoção. Tem como missão resgatar a dignidade e as chances de uma vida feliz para os animais vítimas do abandono e maus-tratos, promover uma mudança de paradigma no modo como esses animais são vistos pela sociedade, incentivar a adoção, castração e posse responsável.

O principal foco da ONG são os animais que vivem nos Centros de Controle de Zoonoses (CCZ), porém o trabalho abrange também os animais resgatados por abrigos e protetores independentes.

Em quase quatro anos de existência, a ONG contribuiu para a adoção de mais de 3.000 cães e gatos. Mais de 580 animais foram castrados e inúmeros animais foram vacinados e receberam atendimento veterinário por meio dos recursos obtidos pela organização.

Serviço:

2ª Feira de Adoção de Cães e Gatos do Shopping Vila Velha

Quando: 10 de março (sábado), das 10h às 16h.

Local: no piso G2 do Shopping Vila Velha, próximo a Decathlon.

Eles optaram por animais exóticos como bichinhos de estimação

Fernanda, o noivo e Nino posando para foto. Foto: Acervo pessoal

Cães e gatos ainda ganham de lavada na preferência da maioria dos brasileiros que têm um animal de estimação em casa. Mas, para algumas pessoas, o bom mesmo é ter um bichinho diferente como porquinho da índia, cobra, calopsita, coelho, galinha japonesa, periquito e até jabuti.

Da Serra-Sede, Fernanda Souza, além de cães e gatos, tem um porquinho da índia e, por sinal, muito mimado. O roedor come ração premium com alfafa, frutas, verduras e ainda toma banho de banheira.

“Porquinhos da índia têm deficiência de vitamina C, por isso, complementamos a alimentação dele. Ele já conhece a abertura da geladeira e grita pedindo comida e de pé. Ensinei alguns truques a ele e conseguimos interagir bem”.

Fernanda conta que Nino dorme pouco, tem sonos curtos e, por isso, a noite fica protegido num cercadinho feito especialmente para ele. “Meu noivo mora em São Paulo e sempre que vem para cá, Nino fica com ele na casa de praia de férias. Ele também anda com a gente de bicicleta na cestinha, faz o maior sucesso na rua”, conta orgulhosa.

Já Karla Martinelli Sudário, de Jacaraípe, tem um verdadeiro zoológico em casa. “Além de cães e gatos, tenho galinha japonesa, calopsita, agarponis, periquito e mandarins. E não tenho problema com carrapatos. São todos muito bem cuidados e amados”, destaca.

Em Nova Almeida, o coelho toma banho e tem o topete regularmente tosado. Foto: Divulgação

Tico é a calopsita da moradora de Laranjeiras, Meirielen Caiaffa. “Ele é tipo um cachorro, anda atrás da gente, canta para sair da gaiola e chamar atenção. Gosta de música, de cafuné, assisti TV, bica o celular para gente parar de usar e coçar ele. É uma figura. Depois de uma grande perca, que foi a minha cachorra, e por não ter muito espaço, ganhei o Tico do meu pai em 2017. Estou super feliz com ele, não ligava para pássaros até conhecê-lo”, declara.

Tico se alimenta de ração e milho que segundo Meirielen ele adora. “Fica na cama com a gente o tempo todo. Só coloco na gaiola quando realmente vou dormir porque tenho medo de amassar ele”.

Já Agda Joselita é uma recordista de animais exóticos de estimação. A veterinária tem um coelho Belier no consultório onde trabalha em Nova Almeida, que toma banho e regularmente tem o topete tosado. “E ele come de tudo, cenoura, milho, jiló, couve e repolho”, conta a Agda.

A veterinária tem ainda em sua casa arara, papagaio, calopsita, maritaca, além de cachorro e gato. “Também já tive cobra, aranha caranguejeira e iguana, mas não tenho mais”, conta Agda, frisando que a arara interage bastante com o dono. “Ela fala, grita, late e chama os cachorros. É um bicho totalmente diferente”.

Liliane com a porca Peppa que adora receber um carinho. Foto: Acervo pessoal

De Manguinhos, Liliane Augusto, além de cães, gatos, calopsita e galinhas tem uma porca de estimação. Peppa se alimenta de verdura, fruta, comida fresca e ração específica e de cachorro que ela mesmo rouba. “Durante o tempo que fico em casa deixo a Peppa solta no quintal. Tanto ela, quanto as galinhas são de estimação e não serão abatidas, vão morrer de velhice. A Peppa atende pelo nome, adora carinho, toma banho, conversa com a gente. E se vir uma vasilha na mão, corre para casinha dela. Ela interage bem com as crianças. É um animal maravilhoso”, frisa Liliane.

Aline Biasutti, tem uma porca, uma égua e uma jabuti. “Tenho mais contato com porquinha. Ela come verduras, farelo e ração que rouba dos cães e interage bastante, basta ter comida que ela vem querendo ser coçada”, conta. 

Ibama

Vale lembrar que para se ter um bicho silvestre exótico é preciso ter autorização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Criar animais silvestres ou exóticos sem permissão é considerado crime pela Lei 9605/98.  E quem infringir esta lei pode ser multado e sofrer detenção que pode ir de seis meses a um ano. Por esse motivo é preciso ter muita consciência no momento em que decidir adquirir um animal e conhecer os que podem ser criados dentro da lei de proteção aos animais.

Quer adotar um cão ou gato para alegrar sua casa? Veja onde procurar na Serra!

Athena é castrada, tem 1 ano e também está vacinada. Foto: ong Amizade é um Luxo

Cães e gatos são ótimas companhias tanto para dividir a alegria com quem mora em família, quanto para quem vive sozinho. E você já pensou em adotar um animalzinho? Além de levar amor e alegria para dentro de sua casa, você estará ainda ajudando-o a ter um lar.

E se faltam motivos para iniciar o processo de adoção, aqui vão alguns:

– Você vai ajudar a diminuir o problema de abandono que é frequente adotando um animal de um abrigo;

– Estudos dizem que para pessoas tímidas ter um cachorro pode resultar em aproximações; quando se passeia na rua com um animal, sempre alguém se aproxima para perguntar algo;

– Ao adotar um animal de estimação você poderá dar e receber carinho. Pesquisas relevam que ter um animalzinho em casa afasta a depressão e deixa o ambiente mais positivo para toda a família;

– Para as crianças, o contato constante com o cão pode ajudá-las a controlar impulsos e a lidar com as dificuldades da vida;

– Quando a criança tem menos de um aninho, ter um cão ou um gato em casa reduz em até 50% as chances do bebê desenvolver algum tipo e alergia;

Se você se convenceu em adotar, não faltam abrigos na Serra que possuem animais para adoção.

Um deles é o Abrigo Miaudote que possui cães e gatos castrados para adoção. Um exemplo é o do gato Fred que foi resgatado no período de final de ano, no Réveillon. Ao seu lado um pote com restos de comida, muito magro e com muita sarna, as tias do abrigo não pensaram duas vezes, levaram ele para casa, onde recebeu os devidos cuidados. Hoje é um gato sadio e está pronto para adoção.

Outro que possui vários animais para serem adotados é o Cantinho Patas Felizes. Por lá, os animais são entregues castrados e vacinados.

O gato Fred que está no abrigo Miaudote está disponível para adoção. Foto: Divulgação

A pequena Athena que hoje é uma gigante como diz seu próprio nome foi uma das vítimas da maldade humana. A cadela hoje é castrada e vacinada e tem um ano de vida, mas antes disso, nasceu na rua e ficou jogada em meio ao mato, seu irmão também resgatado no mesmo dia, não sobreviveu, foi comido vivo por bichos. Athena conseguiu sobreviver, foi salva a tempo, não tinha dentinhos, era recém-nascida, tinha bichos em diversas partes do corpo. Para sobreviver ela teve que ser amamentada na mamadeira por vários dias. Mas ela venceu, e hoje, busca por um lar.

No Centro de Controle de Zoonozes da Serra, a famosa carrocinha, também existem animais para adoção: cães e gatos. E por lá, não faltam histórias de superação para serem contadas. No total, 14 cães esperam por adoção no local e cerca nove gatos.

Quer adotar? Saiba onde procurar

Miaudote – Telefone: 27 99231-8088

Cantinho Patas Felizes – Telefone: 27 99737-1223

Centro de Controle de Zoonoses da Serra – Telefone 27 3281-9288

Auauberg – Telefone: 27 99991-5871

Livia Guimarães: Telefone: 27 99885-2427

Abrigo Ame um Pet – Telefone: 27 99786-8463

Abrigo Cuida de Mim – Telefone: 27 99738-9618

Abrigo da Liliane – Telefone:  27 99916-8959

Denúncia de envenenamento de gatos em Morada de Laranjeiras

 

As cuidadores desconfiam que estejam usando o veneno conhecido como chumbinho para matar os gatos. Foto: Reprodução internet

Cuidadores de animais de Morada de Laranjeiras denunciam casos de envenenamento de gatos em ruas do bairro. Segundo relatos, os fatos têm acontecido na rua das Pêras e seis animais já foram encontrados mortos, possivelmente, com o veneno conhecido como chumbinho.

“Nós alimentamos eles há mais de dois anos e compramos ração com recursos próprios. Existe um terreno abandonado no qual boa parte deles ficavam lá, em média 30 gatos. Há mais ou menos um ano atrás, um gatinho apareceu morto. Agora encontramos cinco corpinhos. Recebi um relato de uma vizinha de que um morador estava colocando um cachorro dentro deste terreno para matar os gatos, ele chegou a matar dois filhotes”, conta Flávia Moutinho, moradora da região que está apavorada com a situação.

Flávia desabafa e se diz revoltada com os casos. “É uma mistura de tristeza e revolta, pois os bichinhos não fazem mal a ninguém, são bem ariscos até. A pessoa que comete esta atitude é muito covarde, pois aproveita a necessidade do animal de se alimentar para matá-lo”, conta.

Angela Colodetti também cuida dos gatos que moram na rua. Ela conta que o problema está acontecendo desde agosto/setembro do ano passado. “Tiraram o cadeado do portão e em seguida começaram a soltar cachorros dentro do terreno para correr atrás dos gatinhos. Foi uma matança. Primeiro machucaram dois, resgatei um, fiz raio x e ele estava com as costelas e o femur fraturado, provavelmente por chutes. Agora em janeiro começaram aparecer gatinhos mortos com veneno. Isso me chocou muito porque tenho pelos animais muita misericórdia, quantas vezes eu deixei de ficar fora um fim de semana porque tinha um compromisso comigo em dar alimento e água para eles duas vezes por dia. Nós queremos que isso pare, que as pessoas tenham consciência e que respeitem os animais”.

A moradora fez inclusive boletim de ocorrência relatando os casos na Polícia Civil. 

Por meio de nota a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e Patrimônio Cultural. O autor desse tipo de crime é atuado no Artigo 32 – por maus tratos aos animais – previsto na Lei de Crimes Ambientais. É importante os donos dos animais formalizarem as ocorrências, tanto nessa delegacia como nas de bairro, para que a Polícia Civil tome conhecimento dos fatos e eles sejam investigados. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelo 181, ou em caso de flagrante, deve-se acionar a Polícia Militar pelo 190.

Deputado que proteger clínicas veterinárias de calote

Com o objetivo de dar mais clareza à Lei 10.686/2017, que trata da proibição da obrigatoriedade de caução em clínicas veterinárias do Estado em caso de urgência e emergência, o deputado Marcos Bruno (Rede) protocolou o Projeto de Lei 449/2017, que versa sobre modificações na Lei.

Segundo a proposta, consultas e outros procedimentos médicos já realizados nos animais a serem internados são passíveis de cobrança imediata, ou conforme acordo entre as partes. A proposta diz ainda que o contratante deverá preencher um cadastro com informações pessoais.

Com a aprovação da Lei quem não efetuar o pagamento dos serviços contratados estará sujeito às penalidades legais.

Marcos Bruno argumentou na matéria que o Projeto de Lei visa esclarecer algumas determinações da Lei vigente, a fim de evitar contratempos.

Em conversa com a reportagem, o deputado, que também é autor da Lei 10.686/2017, que proíbe o caução, disse que o objetivo da alteração é oferecer segurança aos contratantes e clínicas.

“A Lei anterior foi motivada após sermos procurados no gabinete, informados de que algumas clínicas faziam a exigência de uma espécie de caução para internação do animal. O caução é uma garantia de valor sobre uma possibilidade de prestação de serviço. Fizemos uma Lei proibindo esta prática. Em seguida fomos procurados por associações e entidades ligadas aos veterinários que pediram que fizéssemos uma complementação da Lei, deixando claro o que é o caução, porque o veterinário pode exigir alguma coisa, no primeiro serviço prestado. Então deixamos claro o conceito que regulamentou com a necessidade de deixar dados do contratante para a clínica, evitando um possível calote. A Lei veio para esclarecer o que pode e o que não pode ser cobrado pela clínica no ato da internação, de forma a dar mais segurança aos donos de clínicas”.

O projeto encontra-se em análise da Comissão de Justiça para elaboração de parecer.

Ong pede ajuda para proteger macacos no Mestre Álvaro

Bugio encontrado no Mestre em 2016. Foto: Junior Nass

Ana Paula Bonelli

Como objetivo de monitorar, preservar e proteger a vida dos macacos bugios, no Mestre Álvaro, na Serra, a ong Amigos do Mestre Álvaro, lançou uma campanha pedindo ajuda de ativistas para auxiliar a descobrir quantas espécimes do animal ainda vivem na floresta.

A campanha foi anunciada na manhã desta terça-feira (9) em redes sociais. Junior Nass, que faz parte do grupo do Amigos do Mestre Álvaro conta que em 2017 quando teve início o surto de febre, cerca de 150 macacos bugios viviam na região.

“Nossa preocupação começou nessa época. Começamos a achar macacos mortos, esqueletos. Antes disso, eles apareciam em diversas trilhas. Já rodamos, fizemos monitoramento em várias partes do morro e não estamos mais vendo como antes. Eu mesmo desde setembro que não topo um primata pela frente. Virou raridade. O Mestre é imenso, por isso precisamos de toda ajuda possível”, destaca Junior que acredita que hoje a população de bugios deve girar em torno de 30 a 50 animais no máximo.

“Pedimos que quem subir o Mestre Álvaro, se ouvir o ronco dele, se ver o macaco e tirar uma foto, envie para nós, com data, horário, local e se possível a quantidade de bugios que foram vistos para podermos monitorar. Basta enviar um zap para 99631-2337”.

Junior conta ainda que um filhote do macaco foi visto nesta terça-feira (9) na região de Furnas por um integrante da ong. “Pode ser um bando que tenha sobrevivido, ou seja tem macho e fêmea por ai perdido. Estamos anotando todos os registros, para até novembro termos noção de como está essa população do local”.

Portal Tempo Novo

Rua Euclides da Cunha, 394 - sl 103 e 104 - Laranjeiras, Serra, ES

CEP:29165-310 - Tel: 27 3328-5765

Todos os direitos reservados ao Jornal Tempo Novo © Desenvolvido por