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Serra, 5 de abril de 2019 às 13:25

Casagrande não comenta o assunto e Governo analisa proteção ao prefeito


Fogo cruzado: Casagrande não quis comentar crise na política da Serra. Foto: Assembleia Legislativa

Conceição Nascimento/
Gabriel Almeida/ Yuri Scardini

Nesta sexta-feira (05), faz oito dias que o prefeito da Serra, Audifax Barcelos (Rede), anunciou que fez a solicitação ao governador Renato Casagrande (PSB) pedindo segurança pessoal por conta do que ele classificou como “gravidade da situação” que “envolve a Câmara da Serra”. Apesar disso, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o pedido ainda está em análise.

Após se reunir com lideranças da sociedade civil organizada, com o objetivo de relatar, de acordo com a nota oficial, “manobras” feitas por vereadores com o “objetivo de desestabilizar a administração municipal”, o prefeito teria feito a solicitação, além de procurar a Polícia Federal, o Tribunal de Contas, o Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas e à Corrupção (Nuroc) e o Ministério Público a fim de relatar a situação.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP) emitiu nota sobre o pedido de segurança pessoal feito pelo prefeito. “A Sesp informa que o pedido de escolta ao prefeito está sendo analisado de acordo com a legislação vigente.  A SESP ainda ressalta que, ao tomar conhecimento de qualquer fato criminoso, encaminha para a Polícia Civil realizar a devida investigação, que é feita de modo sigiloso”.

Além disso, a reportagem tentou se comunicar com o governador Renato Casagrande para que ele avaliasse a crise institucional no município e os rebatimentos disso no estado, uma vez que a Serra é a cidade com maior expressão econômica do Espírito Santo e, também, diante das acusações de que haveria “crime organizado” no município. Apesar disso, o governador disse, por meio de sua assessoria, que não iria comentar sobre o assunto.

Vereador também quer escolta

O grupo de vereadores da Serra liderado pelo presidente Rodrigo Caldeira (Rede) também acionou o governo do Estado solicitando o mesmo pedido de segurança pessoal.

Os parlamentares justificam que estão sendo alvo de ameaças e de uma campanha difamatória por parte do prefeito. Alegam que os 16 vereadores que assinaram pela abertura da CPI da Saúde estão sendo ameaçados e, por isso, solicitam escolta policial para os 16 parlamentares.

 Em nota, a assessoria da Sesp informou que analisa os pedidos desses políticos.

“A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP) informa que recebeu ofício do presidente da Câmara de Vereadores da Serra solicitando escolta para os vereadores e está analisando. O pedido do prefeito do município também está sendo avaliado”.




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