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sábado, 30 de Maio de 2020

Ataque cibernético fortalece grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”

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Maria Nascimento
Maria Nascimento é repórter do Tempo Novo há mais de 15 anos. Atualmente, a jornalista escreve para diversas editorias do portal, principalmente para a de Política.

Após ataque cibernético o grupo saiu fortalecido. Foto: Reprodução Facebook

Com mais de mil participantes da Serra, o grupo Mulheres Unidas contra Bolsonaro, no Facebook, recentemente sofreu um ataque cibernético e ficou temporariamente fora do ar. Mas o ocorrido acabou por fortalecer o movimento, que agora conta com 2.5 milhões de membros espalhados no país.

Desde que foi criado, o grupo vem arrebanhando mulheres que se sentem incomodadas com as posturas do deputado e candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Atualmente as líderes do movimento optaram pelo perfil secreto, a fim de evitar novos ataques.

O grupo conta com 2.503.960 membros, sendo deste total aproximadamente mil serranas.  “Somos de todos os cantos do Brasil, unidas por um mesmo propósito: não nos calar diante de tanto desrespeito com nossa autonomia. Nós, mulheres, somos maioria do eleitorado brasileiro, podemos mudar a história dessa eleição. Esse ataque covarde ao grupo é um ataque à democracia, puramente autoritário e machista”, disse uma integrante do grupo. 

Segundo informações de outra integrante do grupo, as administradoras estão sendo ameaçadas, tiveram as contas em redes sociais invadidas. 

“Apoiadores de Bolsonaro tentaram reagir [criando grupos], mas o grupo com mais mulheres conta pouco mais de 400 mil pessoas. O assunto é entre mulheres, mas os homens comemoraram quando a página foi retirada no ar”, acrescentou.

Sobre o grupo:

Destinado à união das mulheres de todo o Brasil, e também fora, contra o avanço e fortalecimento do machismo, misoginia, racismo, homofobia e outros tipos de preconceito.

 

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